CAPITULO XVIII

Conto de Puckerman como (Seguir)

Parte da série Vibrações

CAPITULO XVIII

-Oi!

- Oi!

-Meu nome é Peter!

-Claudio!

-Prazer!

-Escuta... Você já fez algo assim antes?

-Acho que não... E você?

-Algumas vezes. Esta com medo?

- Um pouco... Quer dizer, você não acha estranho isso?

-Ás vezes sim, mas vale a pena a maioria das vezes.

-Como é mesmo seu nome?

-Claudio.

-Ah, é verdade...

-Escuta se não quiser está tudo bem!

-Não! Não, eu quero... Eu acho!

-Fica parado então, deixa que eu começo.

-Ai! Vai devagar, nunca fiz algo assim antes!

-É só relaxar que a dor logo passa.

-Caralho que merda!

-Shiii... Fica quieto! Só mais um pouquinho... Pronto! Como está se sentindo?

-Por enquanto nada. Deu certo?

-Espera um pouco que logo vai fazer efeito.

-Caralho porque os prédios estão dançando? Tá tudo colorido... Velho que loko!!!

-É isso ae irmãozinho, curte a brisa... Ande você tá indo? Velho espera... Caralho não vai ai!!! Cuidado... Ai meu Deus!!! Fudeu! Muleque otário... Deixa eu fugir.

Dizem que quando estamos prestes a morrer nossa vida passa toda diante dos nossos olhos. Aqui estou eu, deitado no meio de uma das avenidas principais da capital. Carros passando a todo o momento e eu sem força alguma para me levantar ou simplesmente fugir, acho que a pancada foi forte de mais, devo ter quebrado todos os meus ossos. Caminhonete maldita que não teve os freios fortes o suficiente para parar, motorista idiota que não soube desviar de um jovem drogado dançando na rua. Os paramédicos não devem estar fazendo o trabalho direito, droga de vida! Minha vista está escurecendo, já não vejo muita coisa. Estou tão cansado... Talvez a morte seja um alívio a corações amargurados, a pessoas medíocres ou a gente igual a mim que só faz burrada... Por que essa luz tão forte? Será que é essa a tal luz que se vê quando morre? Estou morto? Eu só queria... Eu só... Queria... o John.

Fui para o hospital com muita dor, a pancada havia sido forte mas não o suficiente para tirar a minha vida. Eu chorava feito criança ao lembrar de John e do meu filho que estava prestes a nascer, depois de todos os procedimentos padrões serem realizados fui encaminhado para o quarto em que ficaria. Passaram-se alguns minutos até que um médico veio me atender, ele não era um simples médio, era um Deus! Deveria ter seus trinta e cinco anos ou algo próximo, era lindo, cabelos pretos curtos, olhos verdes, tinha um corpo bronzeado (julguei isso pelos seus braços) e tinha um sorriso safado e encantador. Mais que depressa fiquei desconcertado e me senti atraído.

-Vejamos o que temos aqui na sua ficha. Você foi atropelado, e sofreu fraturas leves... Que sorte a sua!

-Sorte? Se quase morrer for sorte, eu tô de boa dela!

-Sorte de estar vivo! Sorte pelo “quase”... Qual seu nome?

-Peter

-Sou o doutor Marcos!

-Prazer! Mas e o João?

- O doutor João precisou se ausentar por alguns dias, ele não estava nada bem devido ao que aconteceu com seu filho mês passado.

-Eu imagino...

-Bem Peter, como foi apenas um grande susto e você não sofreu nada muito grave terá alta amanhã!

-Que bom!

-E quem sabe a gente não pode sair algum dia desses pra tomar um café?

-Eu... Eu adoraria!

-Aqui meu cartão.

Pude perceber um certo desejo no olhar de Marcos e a cara de satisfação que ele fez ao ouvir minha resposta ao seu pedido comprovou minha tese, eu ainda sofria muito por John mas se ele quis seguir a vida dele em diante porque eu não poderia fazer o mesmo? Liguei para minha casa para contar o ocorrido e logo em seguida meus pais estavam no hospital, recebi várias broncas da minha mãe e meu pai teve uma longa conversa comigo a respeito do meu uso inadequado dos meus remédios.

Uma semana após eu sair do hospital liguei para Marcos para combinar a nossa saída, ele preferiu um jantar e disse que me buscaria ás sete. No horário combinado o doutor chegou a minha casa, estava extremamente gato sem aquele jaleco e com um perfume que quase me fez agarra-lo dentro do carro. Fomos para um restaurante japonês que Marcos estava acostumado a ir com frequência.

-Você está muito bonito Peter!

-Obrigado... Você também...

-Ficou com vergonha, que bonitinho!

-Seu bobo! E então Marcos o que te trouxe para nossa cidade?

-A cidade grande estava me cansando e resolvi procurar novos ares aqui pelo sul e conhecer novas pessoas...

-Teve sucesso?

-Com o lugar ainda não me adaptei, mas com as pessoas estou começando a gostar do que tem por aqui!

-Que bom!

-Nossa você tem uma boca muito gostosa... Adoraria beijá-la!

-É... Eu...

-haha relaxa... Parece que ficou nervoso...

-Não, não foi nada! Então vamos pedir?

Ficamos por volta de umas duas horas naquele restaurante e Marcos me levou para conhecer sua casa logo após. Ele estava muito excitado e no momento que entramos ele me agarrou e começou a me beijar, eu não resisti e correspondi as caricias. Tirei sua roupa e comecei a chupar aquele corpo inteiro (e que delicia de corpo!) da cabeça aos pés, Marcos tirou minha roupa e me colocou de quatro em cima do sofá, começou a chupar meu cú e logo e seguida me penetrou com toda a vontade, ele socava muito forte e puxava meus cabelos. Não me assustei com a situação, apenas curti e pedi mais, ele me dava tapas no rosto de leve e falava palavras safadas e meu Deus que pau enorme era aquele. Transamos por umas três horas, era como se ele fosse insaciável, me fodeu em várias posições e parecia nunca estar satisfeito, e quando finalmente ele gozou senti que caberia uma mão inteira no meu ânus. Foi delicioso! Transamos mais quatro vezes naquela semana.

CONTINUA...

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