CAPITULO XIX

Conto de Puckerman como (Seguir)

Parte da série Vibrações

CAPITULO XIX

O dia amanheceu mais bonito que o normal, eu me sentia bem. Estava de volta na faculdade, e com o apoio da maioria dos professores consegui recuperar quase todo o conteúdo perdido e acompanhar o restante dos alunos. Na minha sala havia um cara no qual eu nunca havia o notado e pra falar a verdade ele era bem gostoso, durante as aulas o encarei e na saída ele veio falar comigo.

-E ae Peter blz?

-Oi... Tudo bem e com você?

-Ótimo! Escuta, sobre aquele trabalho da professora Magda eu poderia te ajudar se quiser...

-Eu adoraria Thiago! Obrigado!

-Que tal ir lá em casa a tarde?

-Pode ser... É só me passar o endereço!

Eu gostei muito daquele convite e um tesão me subiu na hora ao imaginar o que poderíamos fazer naquela tarde. Fui para a minha casa e percebi uma movimentação estranha dos meus pais.

-Peter por que não atende esse celular?

-Calma pai, descarregou! O que está acontecendo?

-Seu filho vai nascer! É isso que está acontecendo...

-Oque?! Mas já?

-Ora filho como você é desligado! Sua mãe já está no hospital com Samantha e os pais, vamos já pra lá!

Pegamos meu carro e fomos ao hospital ver o nascimento do meu filho. Eu realmente estava feliz e emocionado com tudo aquilo. Cheguei e fui correndo para a sala de parto, iriam me barrar mas como eu informei que era o pai da criança me permitiram assistir ao parto. Samantha estava deitada já na posição e Marcos estava lhe dizendo o que deveria fazer, quando me viram os dois deram um sorriso, o que me deixou meio sem graça. Samantha começou a gritar e aos poucos o parto começou a acontecer, eu tentei ser forte mas não aguentei e desmaiei. Acordei atordoado sentado em uma poltrona dentro de um dos quartos do hospital, quando olhei para a cama Samantha segurava um bebê nos braços e sorria como nunca.

-Nasceu! Nossa pequenina...

-É uma menina?

-Sim, nossa filhinha! Dá oi pro papai meu amor!

-Parece um anjinho... Olha é a minha cara! Oi minha princesa... E como vamos chama-la?

-Sophia...

-O nome da sua vó?

-Sim!

-Sophia... Gostei! Nossa menina!

Aquela era a sensação mais incrível do mundo, ser pai não estava em meus planos mas me surpreendeu de uma maneira que eu jamais poderia imaginar. Ver aquele bebezinho tão pequenino e frágil, e saber que ele precisa de mim e do meu amor foi a coisa mais gratificante que já me aconteceu. Não parei um minuto de babar a minha bonequinha, quando eu finalmente sai do quarto para pegar um café encontrei Marcos e ele me parabenizou.

-Olha, meus parabéns! Você é pai de uma menina linda, igual a você!

-Seu bobo... Obrigado!

-Tá feliz?

-Nossa, muito!

-Que tal comemorarmos depois? Só eu e você?

-Só se for depois porque agora eu só tenho olhos para minha filha! Sou um pai coruja hahaha.

-Eu sou paciente, sei esperar.

Nisso ele me puxou pelo braço e me fez entrar em um dos quartos do hospital, trancou a porta e começou a me beijar. No mesmo instante fiquei excitado com a sensação de perigo e o medo de sermos pegos, quando percebi já o chupava descontroladamente e pedia que ele me fodesse, Marcos acatou meu pedido e me penetrou bem gostoso. Minha vontade de gemer e gritar era enorme, principalmente quando ele dava estocadas fortes, só que não poderia chamar atenção então apenas sussurrava baixinho. Não demoramos muito e gozamos, o doutor voltou para seus afazeres e eu fui ajudar Samantha a ir pra casa.

O senhor Helton fez uma cara de satisfação ao me ver entrando junto com Samantha em sua casa, mas nem dei atenção, estava muito feliz e babando com minha pequenina. Todos se apaixonaram logo de cara pela Sophia minha mãe não desgrudava nem um instante e a todo momento dava algumas dicas a Samantha de como cuidar de nossa filha, a única que não se manifestou foi a senhora Olivia que se limitou apenas a nos parabenizar, percebi que ela estava triste e abatida mesmo que tentasse mostrar o contrário.

Depois que minha mãe me arrastou pra casa é que lembrei de ligar para Thiago e informar que não iria, mas em vez disso fui na sua casa. Quando cheguei e apertei a campainha ele abriu a porta e me convidou para entrar.

-Olha quem resolveu aparecer, achei que nem viria!

-Foi mal, é que tive um grande dia hoje!

-Hum... Por isso essa cara de feliz?

-Sim! Sou pai!

-É sério? Que bacana...

-É uma menina, Sophia!

-Bonito nome! Acho que devemos comemorar, oque acha?

-Concordo!

Ao terminar minha frase eu puxei o corpo de Thiago pra perto do meu e o beijei, ele correspondeu e começou a alisar meu corpo. Que delicia que era pegar naqueles braços fortes e naquela bunda grande e gostosa, tirei meu pau pra fora e o mandei chupar, ele nem se fez de rogado e mamou gostoso. Sem ao menos eu falar nada aquele gato se pôs de quatro e mandou que eu metesse nele e como eu estava explodindo de tesão o fodi gostoso por uma bom tempo, o mais curioso e que ele pediu que eu enfiasse alguns dedos, gostei tanto daquilo que meti logo quatro de uma vez. Minha mão quase entrou toda, não resisti e gozei bastante e Thiago não ficou pra trás gozou muito também.

Nem ao menos fizemos o trabalho, me despedi e fui embora. Aquele sim tinha sido um ótimo dia!

CONTINUA...

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