Capitulo VI

Conto de Luck como (Seguir)

Parte da série O poder da salvação

Notas do autor: Eae pessoal \o/ to de volta rs, firme e forte. Como foi mensionado no capitulo anterior comprei um celular novo e voltarei a escrever com mais frequencia. Ta ai capitulo 6, esse concerteza foi o mais trabalhoso para escrever rs. Aliás vou deixar meu face me adicionem, quem quiser da susgetões ou pedi conselhos pode entrar lá e me mandar mensagens.

Face; Cleyton Boo

Boa leitura.

A cada minuto a cacheada acelerava o passo. Animação esse era sentimento que Gabriele sentia. Estava louca de vontade de contar para o Cleber, a novidade que ocorrera a noite passada. Gabi atravessou a rua correndo, até se deparar com o mercado que o menor trabalhava.

Como sempre o estabelecimento estava vazio, ali encolhido no caixa o moreno levitava umas poucas moedas sobre o balcão distraidamente.

_Você sabe que não é permitido usar poderes em publico._ Gabi sussurrou atrás do menor, que com o susto quase caiu da cadeira.

_O qual é o seu problema?_ O moreno murmurrou enquanto se ajeitava.

_Não finja que você não sabe._ A cacheada falou em um tom sinico. _Falando em problema cade o bonitão?_

_O Lucas teve uns problemas familiares e teve que ir viajar._ O menor disse descontente.

_Hum serio... Deixa pra lá, eu não vim para falar do Lucas._ Ela se aproximou e sussurrou no ouvido dele. _Lembra do MC, então consegui falar com ele na internet marcamos de nos encontrar hoje._ Animação na voz da Gabriele era obviamente evidente.

_Não sei, não. Não estou muito bem, minha tia sumiu e nunca mais deu sinal de vida..._ Antes que o moreno continuasse a protestar a cacheada o interrompeu.

_Olha Cleber, essa pode ser a sua unica chance de conseguir respostas que você tanto quer._ Gabi o persuadiu triunfantemente.

_Tudo bem eu vou, que horas vocês vão se encontrar?_ Cleber a questionou.

_Pode ser lá para seis. Eu venho aqui buscar você._ A gabi se debruçava no balcão enquanto falava. _ Eu sei que você não ta muito afim de ir, mas não precissa fazer essa cara._ A cacheada disse insatisfeita com a expressão do menor.

_Não é por isso, é que desde de domingo minha tia não da sinal de vida e..._ Antes que pudesse terminar, novamente foi interrompido pela tagarela.

_Fica tranquilo, tenho certeza que ainda hoje sua tia vai entrar em contato._ a Gabriele tentou acalmar o moreno. _

Agora eu vou indo antes que o insurpotavel do Richard apareça._ A cacheada levantou.

_Você conhece o Richard?_ Cleber questionou.

_Sim eu e aquela cascavel estudamos juntos._ Gabi prendeu os longos cabelos em um rabo de cavalo. _ Enfim não quero falar sobre isso, tchau besta!._ A cacheada deu um sorriso, e beijou a bochecha do menor. _Tchau._

Cleber ficou ali parado observando a Gabi desaparecer.

"Maluca" ele pensou.

_ Aquela era Gabriele?_ Richard que acabara de sair da sala perguntou.

O moreno apenas afirmou.

_ O que sera que essa doida quer aqui?_ Richard murmurrou. _ Tanto faz, Cleber vai lá almoçar, mas quero você aqui duas horas entendeu._ Após avisar o funcionario Richard deu as costas e voltou para o escritorio.

O moreno pegou a blusa de frio, e foi para casa. Com o passo rapido ele chegou em poucos minutos.

Depois de comer um macarrão instantaneo, ele foi em direção a porta quando um som não muito distante foi ouvido. No mesmo momento Cleber reconheceu o som. Era o toque do celular dele.

O menor correu o mais rapido possivel até chegar no quarto. O celular estava em cima da cama.

_Alo?_ O moreno atendeu meio apreensivo.

_Alo lindinho é você?_ Cleber sentiu se aliviado, reconheceria a voz da tia em qualquer lugar.

_Oi tia, sou sim. Esta tudo bem?_ Toda tensão que ele sentia sumiu.

_Sim, desculpa não ter entrado em contato antes, só que essa maldita chuva alargou as estradas, e deixou os telefones mudos._ A voz da Magda era de uma irritação clara._ Enfim estou só ligando para avisar que amanhã mesmo chego em casa. Tem certeza que tudo esta bem?_

_Sim tia._

_Então tudo bem..._ A linha ficou muda por alguns segundos.

_Alo tia você ainda esta ai?_ O menor perguntou meio apreensivo.

_ Eu só quero dizer que te amo._ A voz da tia era cheia de ternura, e Cleber tinha a impressão que ela estava chorando.

_Eu também te amo._ Cleber também chorava, novamente o silencio reinou.

_É melhor eu desligar, vou começar a dirigir até amanhã, e nunca esqueça que você é lindo. Tchau._

_Tchau._ Cleber falou antes que ligação se encerrase.

O menor jogou o celular em cima da cama, e saiu em direção ao trabalho.

Mesmo com noticias da tia, o moreno sentia um aperto no peito.

Não tardou até ele chegar no mercado, Richard estava na porta esperando.

_Até que enfim._ O gerente disse enquanto olhava para o relogio._ Enfim vem comigo._ Ambos entraram no mercado, ao lado do caixa estava um cara da altura do Lucas só que bem mais forte, com um cabelo raspado estilo militar, com a pele branca e os olhos azuis._ Cleber esse é o meu primo o Raika, ele vai trabalhar aqui com a gente._ Cleber olhou para o Raika e viu a obvia semelhança com o Richard, o menor estendeu a mão e o comprimentou._ Vou sair para meu almoço, você da conta daqui né?_ O moreno respondeu o Richard com um aceno positivo._ Okay, qualquer duvida Ray pergunte para o Cleber._ Terminando de dizer o chefe saiu.

Restante do espediente foi tranquilo. Rayka era supreendemente quieto, e mesmo quando o moreno tentava puxar assunto, o alemão apenas respondia com poucas palavras, no final Cleber desistiu e os dois trabalharam em silêncio. Mais do que nunca o menor sentia saudades do Lucas, e da tia.

Quando finalmente deu seis horas da tarde, Richard havia dispensado todos. Gabi estava do outro lado da rua esperando.

_Ei aqui!_ Gritou a cacheada enquanto acenava e pulava freneticamente.

Cleber atravessou a rua.

_Vamos?_ O menor questinou.

_Claro._ Gabi respondeu com um abraço.

Ambos caminharam em silêncio, o menor podia ver uma clara ansiedade no semblante da gabi.

_ Vai demorar muito para chegar?_ Questionou o menor.

_Não é bem ali!_ A garota apontou para uma lanchonete pequena na beira da esquina.

Ambos pegaram sentaram em uma mesa.

_Como você sabe quem é o MC?_ Cleber sussurrou olhando ao redor.

_Ele vai vir com uma camisa do metalica, e uma bandana vermelha amarrada na calça._ A cacheada ficou de pé. _Eu estou com sede vou buscar uns refrigerante enquanto esperamos._

Cleber ficou ali esperando só. O sol estava se pondo, e o céu era de um alaranjado magnifico.

_Oi, você deve ser o Cleber?_ Um gordinho de um metro sessenta, cabelo preto cortado socialmente com a barba para fazer estendia a mão para o moreno.

_Sou._ Foi tudo o que menor falou. Cleber sentiu que algo não estava certo. Ele olhou novamente para o baixinho e viu um pano vermelho amarrado na calça. _MC?_ Murmurrou.

_Sim, sou eu._ Mc confirmou enquanto sentava. _Cade a Gabriele?_ O gordinho questionou.

_ Bem ela esta..._ Antes que o menor terminasse a frase a cacheada a havia aparecido.

_ MC?_ Gabi perguntou ao mesmo que confirmou. Ela se sentou perto do Cleber e abriu uma das garrafas de refrigerante. _ Então precisamos de respostas._ Gabriele afirmou enquanto enchia o copo.

_ Precisso de uma demonstração. _ O gordinho disse após cruzar os braços.

Cleber olhou para a cacheada que implorava com os olhos. Ele suspirou fundo e se concentrou na tampinha da garrafa que estava em cima da mesa, não tardou para objeto flutar.

_ Ótimo vamos ser rapido, porque não é seguro._ MC falou enquanto falava olhava para os lados. _ O que querem saber?_

_ Para começar qual é origem dessas abilidades?_ Gabi sussurrou.

_Vou deixar uma coisa bem clara, não sou um especialista, apenas sei um pouco._ MC respirou fundo por alguns segundos. _ Alguns cientistas falam que somos a evolução da humanidade, outros lunaticos dizem que somos a reicarnação do mau, e viemos trazer a destruição..._ Gordinho foi interrompido por Cleber.

_ Mas isso nós lemos no seu blog._ O menor falou descontente pela informação inultiu.

_ O que vocês não sabem, é que eu encontrei algums padrões, por exemplo todos com essas habilidades tem uma pinta na mão direita._ No momento que MC disse isso, Cleber olhou para as propria mão e confirmou. _ E tambem todos nunca chegaram a conhecer o progenitor._

_ O que você esta tentando dizer?_ A Gabi perguntou.

_Juntando as duas informações, a marca de nascenssa na mão, e o fato do pai. Só posso concluir que somos todos meio irmãos._

Comentários

Há 1 comentários.

Por Anderson P em 2014-09-17 06:18:34
Ta muito bom o conto, só não demore para postar o próximo.