Capítulo 1 : O Início

Conto de J.H.H como (Seguir)

Parte da série Little Secrets...

Era uma corrida. Uma das mais fascinantes corridas. Meus pés mal chegavam à tocar o solo. Eu me sinto feliz. Eu sempre me sentia feliz fazendo este percurso. Eu me sentia vivo. A luz do sol me iluminando. O vento batendo em meu rosto. Queria poder congelar este tempo e viver-lo para sempre. O motivo desta tamanha alegria, era o mesmo o motivo de todos os finais de tarde. Ver o mais maravilhoso pôr do sol que só Haywlles poderia oferecer.

Estava sendo acompanhado pelos meus dois melhores amigos, Thays e Ell. Thays é uma menina doce e meiga, tem 15 anos e em breve vai fazer 16. Sua pele é pálida como a neve, seus olhos castanhos claros como os meus que na luz do sol pareciam ter a colocação vermelha, seus cabelos são lisos cacheados da coloração castanho claro, os traços de seu rosto são muito delicados, por sua estrutura um pouco pequena e magra, todos diziam que Thays tinha jeito e postura para ser uma bailarina. Já Ell é afrodescente, sua pele é de um tom moreno escuro, cabelos negros, e olhos castanhos escuros. Ell é o mais alto entre a gente, seu físico magricelo e seu rosto sempre misterioso. Ell tem 15 anos.

Estavamos quase chegando à campina. Um lindo vale com diversas flores aonde pecorre um rio de águas cristalinas que decidimos o apilidar de o vale milagroso. Sempre vamos aqui quando temos problemas ou quando queremos fugir do mundo lá fora. Me lembro até hoje como encontramos este maravilhoso local. Tinhamos na época 7 anos. Estavamos correndo sem rumo. Tentando arrumar um local para fazer nossa casa da árvore. Qual o melhor lugar para fazer uma casa da árvore no que na própria floresta. Já estavamos cansados de tanto correr. Não haviamos achado nenhuma árvore boa sequer. Mas não desistimos. Não podiamos desistir. Queriamos um lugar só nosso. Então foi aí que encontramos um lugar à céu aberto, rodiado por árvores e uma pequena travssia de um rio que mais parecia um lago. Foi ai que vimos., que tínhamos encontrado o local perfeito para ser o nosso esconderijo.

Sento-me no meio daquelas flores e desabo no chão me deitando, sentindo o vento percorrer todo o meu correr. Havia um grande sorriso estampado no meu rosto. Eu me sentia feliz aqui. Ainda mais hoje dia 01 de janeiro. O dia do meu aniversário de 16 anos. Thays senta ao meu lado esquero e Ell ao direito, me fazendo ficar no meio dos dois. Thays suspira como se houvesse algo encomodando ela. Ela nós olha colando uma mexa de seu cabelo por trás da orelha, então começa a falar.

- Sabe.-Diz Ela.-Eu estava pensando..-Ela dá uma pausa e vê que estamos aprestando atenção nela e volta a dizer.-Que nós três o trio inseparável poderiamos fazer a mesma faculdade juntos.

Era uma boa idéia. Eu não ligava para que faculdade eu iria fazer. Aliás falta apenas dois anos para entrarmos numa faculdade. Mas com tanto que seja com eles dois estaria numa boa. Mas pelo visto Ell não gostou muito da idéia. Ele nunca concorda com que a gente diz.

- Eu não sei se predendo fazer faculdade. -Ele diz.-Na verdade acho isto perda de tempo.

-Pode contar comigo.-Falo olhando para Thays.-Por mim tudo bem.

Ell resmunga algo que não consigo compreender. Ele olha para a gente com uma espécie de raiva. Era normal. Ell sempre foi bipolar. Mas ultimamente está mais do que o de costume. Então ele começa a cuspir as palavras.

- Vocês dois acham que nossa amizade será eterna.-Ele revira seus olhos como se estivesse exausto com isto tudo.-Pois bem. Vou ser sincero com vocês. Nada é eterno. Nada dura para sempre. Não vamos viver para sempre.

- Não pode ser para sempre.-Rebato.-Mas podemos eternizar cada momento.

-Já somos adolescentes. Acordem para vida!.-Ell grita está última frase em nossos ouvidos.-Não somos mais crianças. Não podemos se agarrar em falsas esperanças. Se um dia nós morrer. Não vai mais existir o trio inseparável. -As palavras de Ell pareciam lâminas que cortavam o nosso ser por dentro. Thays já estava em lágrimas. Por ser à mais sensível é a mais que sofria.-Então fiquem vocês como está idéia tola de faculdade que eu irei embora.

Ell se levanta e sai de lá sem se despedir da gente, sem ver o fantástico pôr do sol que sempre víamos juntos. Nunca havíamos brigando assim antes. Nunca. Fico lá abraçado a Thays, a consolando, para que pare de chorar, pois tudo vai ficar bem. Mas quem eu queria enganar. O Ell estava diferente algo nele mudou, e eu não sabia o que.

Depois de Thays se recuperar de sua tristeza, nós levantamos segurando sua mãos e saímos da campina indo embora para casa.

- Vai ficar tudo bem.-Digo beijando a testa de Thays.

Ela não diz nada até chegarmos em sua casa, ela me abraça me convidando para entrar mas não aceito, pois meus pais já devem estar preocupados comigo por até agora não ter dado nenhum sinal de vida.

Vou caminhando para minha casa que ficava três ruas de distância da casa de Thays, com os fones de ouvido, distraído, sem me importar com o mundo a fora. Chego em minja vizinhança e consigo escutar os gritos de minha vizinha que moro ao lado de minha casa, discutindo com seu marido, como sempre, o motivo, uma nova suspeita de traição, acho que está já é a milésima vez que discutem pelo mesmo motovo. Minha casa é uma das melhores da vizinhança. Tem dois andares como as outras, sua faixa e de uma cor que me lembra sorvete de creme, a porta é de madeira. Entro sem ser notado mas vejo que meus pais estão na cozinha conversando algo que não consigo entender ao certo.

-Boa noite.-Falo entrando na cozinha.

- Pensei que não ia mais voltar para casa.-Diz minha mãe. -Já estava ficando preocupada.

Minha mãe é uma mulher de 28 anos, tem olhos azuis claros como a cor do céu, seus cabelos são de um tom de loiro claro, sua pele é branca mas não paloda como a de Thays. Alguns chegam a pensar que minha mãe poderia ser minha irmã. Seu nome é Clarisse Hawand. Já meu pai tem 27 anos, um ano mais novo que a minha mãe. Sua pele é bronzeada, tem cabelos castanhos, olhos cinzentos, tem um físico forte e músculos e tem sua barba que da o seu digno charme. Nem parece que é o mesmo homem de 4 anos atrás que perdeu um de seus pulmões por causa de um câncer. Meus pais são bem bonitos. E eu poderia até falar que sou o menbro da família, desajustado que não tem sorte, o patinho feio, mas não, não sou nada disto, eu tive a sorte ou o azar de herda a beleza deles. Minha bele é bronzeada igual ao de meu pai, não tenho um corpo magricela, pois ano passado meu pai me colocou numa academia mas acabei desistindo no final do mesmo ano, meus olhos são castanhos claros. Minha mãe diz que puxei a cor dos olhos de meu avô por parte de pai já falecido. Meus cabelos são da cor loiro acinzentado, eles sempre vivem bagunçados pois não tenho paciência para pentialos, mas mesmo assim isto não interfere em nada em minha aparência. O nome de meu pai é David Weel. E o meu é Jhonnel Hawand Weel, mas todos me chamam de Jhonn.

- Eu estou bem.-Digo.-Só fui a campina. Não fiz nada demais. Não me droguei e nem transei com uma mulher de rua e não ingeri bebidas alcoólicas. Podem ficar despreocupados.

- Não se esqueça que semana que vem começa suas aulas.-Meu pai me alerta.

- O Tão esperado segundo ano.-Digo.-Pode deixar não vou esquecer.

- Ve se consegue pelo menos arrumar uma namorada. -Diz meu pai.-Seu primo Luke com sua idade já havia namorado mais de 20 garotas.

E mais uma vez sou comparado com o Luke. Luke o exemplo de menino que todos devem seguir, eu acho que sou o único da família que consigo enxergar o tão idiota que ele é.

-Sim um namorado. -Falo decidindo fazer uma brincadeira.

- O que?.-Meu pai pergunta assustado e minha mãe solta um risinho.

- Brincadeira. -Falo.-Mas não estou afim de me ferrar num relacionamento. E enquanto o Luke ele é mais rodado do que bolsinha de uma mulher de rua. Creio que isto não vai pegar bem na imagem dele quando ele casar e decidir criar uma família.

-Ele está certo.-Diz minha mãe. -Embora Luke seja meu sobrinho, o Jhonn está totalmente certo em preservar sua imagem.-Minha mãe encara meu pai.-E não queremos estragar a imagem de nosso filho no futuro brilhante dele.

- Mas se ele não namorar ficará mal falado.-Meu pai se opõe ao que minha mãe diz.-Não quero um filho meu mal falado sendo chamado de gay.

- Não tenho nada contra gays.-Digo.-O nosso professor de artes é gay e ele e super gente boa. Ser gay não é uma doença.

Meu pai soca a mesa fazendo o barulho se ecoar por toda casa então ele levanta a voz furioso.

- Mas filho meu não pode ser gay. Entendido?.

- Sim. Ficou mais do que entendido.-Claro que ficou que o senhor é um preconceituoso. -Bom eu vou subir para o meu quarto. Boa noite mãe. Boa noite pai.

Subo para o meu quarto que é um espaço grande, aonde tem minha cama de solteiro, uma estante cheia de livros, uma televisão de 42 polegadas, meu ps3, e meu guarda roupa, e uma grande janela sem grades. Deito em minha cama, desligando a luz do abaju que fica do lado esquerdo da minha cama em cima do criado mudo. Então fecho meus olhos me desligando do mundo.

A semena passou voando, quando eu menos percebi era segunda, ou melhor, o primeiro dia de aula. Entro dentro do banheiro tomo meu banho e visto o uniforme do meu colégio que é uma calça jeans e uma blusa de manga branca com detalhes azuis na borda, é o emblema do colégio Haywlles. Pego minha velha mochila preta a mesma do ano passado, a minha grande companheira aonde carrego meus materias e os livros que eu leio durante a semana.

Desço as escadas e vejo meus pais tomando café da manhã, como hoje meu pai pega mais tarde no trabalho ele não poderia me levar para escola, então por tanto teria que ir de ônibus, que no caso já estou mais do que atrasado. Dou um beijo no rosto de cada um.

- Amo vocês. -Digo.-Vejo vocês mais tarde.

- Não vai comer nada?.-Minha mãe pergunta.

- Como na escola. -Falo saindo as pressas.

O ponto de ônibus não fica muito longe de minha casa, quando chego consigo pegar o ônibus a tempo. Sento-me perto da janela, pego meu IPod e coloco na minha playlist, então começo a escutar músicas e vendo a paisagem pela janela do ônibus. Eu adorava a paisagem que fazia parte do percurso da minha casa para escola, e ainda por cima escutando uma das minhas músicas favoritas- 16 Years/Phantogram- fazia todo o percurso se tornar um momento maravilhoso.

Ao chegar na escola suspiro ao entrar pelo portão da frente. Estava ansioso com o que eu poderia encontrar este ano na escola, quem sabe o grande amor da minha vida como naquelas histórias clichés que passo toda tarde lendo, estas histórias são as minhas favoritas. Mas nunca se sabe o que realmente encontrar na vida real. E com a minha falta de sorte no máximo que posso encontrar é alguém com o intuito de fazer a minha vida um inferno. Vejo algumas caras novas e antigas no colégio, este ano está mais misto de pessoas. Então algo me faz dá um pulo para trás quase fazendo meu coração sair pela boca.

-Então ai está você. - Alguém começa a gritar. -Não me ligou. Não me mandou mensagem. Me abandonou completamente senhor Jhonnel. Eu morri de preocupação. -Era Karyne, uma das minhas amigas de escola.

Karyne é um tipo de amiga que nunca te abandona, e sempre te faz rir mesmo com tantos problemas. Era tem longos cabelos pretos, pele pálida, um pouco gordinha, além de tudo uma ótima pessoa.

-Me Desculpa.-Digo.

Karyne me puxa para um abraço e começa a beijar meu rosto.

- Estava com saudades Jhonn.-Ela diz.

- Oi gente.-Diz Anny uma outra amiga nossa.

Anny é nossa amiga baixinha, seus cabelos são longos e lisos da coloração castanho escuro, olhos castanhos claros como os meus e de Thays, pele bronzeada e magricela. Ela é nossa amiga animada, festeira, e que adora sair pegando meio mundo.

-Hey Anny. -Digo sorrindo feliz em vê-la

-Já viram os três novos alunos da escola.-Anny fala em seus tons de fofoca.

- Já tá arrumando macho antes das aulas começarem? .-Karyne pergunta.

- Claro tenque tá na ativa meu bem.-Anny responde balançando o cabelo.

- Mas é um projétil de piriguete mesmo.-Karyne fala.-Mas aonde estão? .

-Ali perto do painel de anúncios aonde estão nossos nomes , salas e turmas deste ano.-Ela aponta para o painel.

- Falando nisto, vocês sabem em que turma e sala estou?.-Pergunto.

- Não. -Diz Anny. -Eu não vi.

- Nem eu.-Karyne diz.

- Deixa então que eu vou lá ver.-Falo caminhando em direção ao painel.

Me sinto meio desconfortável de está indo em direção perto de um grupo de garotos desconhecidos, que eu não faço a mínima idéia de quem sejam e de onde veio.

- Licença. -Digo para poder ver o painel.

- Toda. -Diz o maior deles com sua voz grave.

Vejo o painel de avisos, e vejo que todos os meus amigos estão na 2003 e só eu é Thays estamos na 2002.

-Que droga.-Resmungo. -Porque logo 2002.

-Você disse 2002?.-O mesmo garoro que me deu licença pergunta.

-Sim.-Falo.-Infelizmente.

- Meu amigo aqui também está nesta turma.-Diz ele segurando o seu amigo. -Meu nome é Breno. Este meu amigo é Caleb que está na sua turma, e o outro é o Dan.

- Prazer. -Digo. Mas que droga tanta coisa para falar o idiota fala logo prazer.-Meu nome é Jhonn.-Digo constrangido com a situação.

Breno é o mais alto deles. Tem a pele bronzeada, aparenta que frenquenta academia pelo seu corpo musculoso, cabelos negros e olhos castanhos escuros. Já Dan tem o tom de pele pálida, olhos castanhos escuros, um corpo um pouco mais menos forte do que o de Breno e seus cabelos são pretos arrepiados com reflexo loiro. E Caleb tem a pele bronzeada, um corpo malhado, olhos cor de mel, e cabelos castanhos claros com um incrível topete. Ele não parava de me observar de cima em baixo o que me deixava mais comstrandigo.

- Bom, tenho que ir.-Falo.-Até mais.

Saio da lá desejando nunca mais ver eles novamente, mas então quando eu entro na sala de aula aonde eu estudarei este ano percebo que Caleb também faz parte da minha turma. Sento-me ao lado de Thays.

- Hey Thays. -Digo.

- Hey Jhonn. - Diz Thays. -Viu o Ell por aí? .

-Não. -Respondo. -Deste aquele dia na campina não tenho notícias dele.

-Nem eu.-Ela diz com seu semblante triste.

Fico rasbicando no meu caderno novo esperando o professor ou a professora entrar na sala.

- Tem um aluno novo olhando para cá. -Diz Thays. -Até que ele é bonitinho.

- Aonde ele tá? .-Pergunto.

- No fundo da sala.-Thays responde.

Me viro para olhar e vejo Caleb sentado lá atrás no fundo a sala olhando em minha direção, nossos olhares se cruzam então desvio meu olhar.

- É o Caleb.-Falo.

-Conhece ele?.-Thays me pergunta.

- Sim.-Respondo. -Para ser exato conheci hoje quando fui saber em que turma eu estava.

-Ele tem namorada?.

- Não sei. Só sei o seu nome e mais nada.

- Bom dia alunos.

A voz mais irritande do mundo entra na sala, a professora que eu mais detesto, a mulher mais antipática do mundo. Marcia a professora de Sociologia. Ela encara a mim e a Thays.

- Então separaram o grupinho fofoquinha.-Diz ela

-Não por muito tempo.-Respondo. -Espero que ano que vem estejamos todos juntos novamente.

-Se Deus permitir isto não vai acontecer. -Diz ela rindo

-Se Deus permitir você não estará aqui ano que vem.-Sussurro imitando sua voz irritande.

- O que disse?.-Ela pergunta.

- Nada que seja do seu interesse. -Falo

-Tudo e do meu interesse. -Ela diz.

-Menos a minha vida pessoal.-Respondo.

A professora fica sem graça com a minha resposta e então continua encarando os alunos da sala, ela se volta para Caleb e diz :

- Aluno novo?.-Ela pergunta.

- Sim. -Ele responde. Sua voz pecorre é firme e grossa que me faz ter calafrios.

-Nome ?.-Ela pergunta.

-Caleb Rockefeller. -Ele responde. -Tenho 17 anos.

- Eu não perguntei a idade. -Diz ela.

- Mas como percebi que você gosta de saber de tudo , achei melhor falar a minha idade.-Ele responde.

A professora se vira, dizendo para prosseguirmso com a aula. O tempo de sua aula passa rapidamente, que quando menos percebemos já estamos no recreio. O espeto veio nos avisar que sairiamos depois do recreio então eu e Thays decidimos passar na casa de Ell para ver como ele está.

- Como você acho que o Ell está? .-Thays me pergunta perto de chegarmos a casa de Ell.

-Ele deve estar doente.-Digo.-Ou decidiu que queria ficar um tempo longe de tudo.

- Será que ele foi morar em outro lugar?.-Thays Pergunta.

- Eu acho que não. -Falo.-Se não teria nós avisado.

Perto de chegar em sua casa vejo Ell no portão falando com um garoto então antes desse garoto ir embora ele o beijo. Não sei qual a minha reação no momento tudo que eu faço e puxar Thays para trás do muro tampando sua boca antes que ela grite.

- O Ell é gay?.-Ela sussurra.

- Eu acho que sim-Falo no mesmo tom de voz que o dela.

- Então porque ele não nós disse nada?.

- Eu não faço a mínima idéia. -Respondo.

Ficamos lá escondidos por um bom tempo. Não sabiamos se o menino já tinha ido embora ou entrou na casa de Ell. Quando o tempo começa a fechar e uma tempestade começa a se forma decidimos que é melhor irmos embora. Vamos embora caminhando sem dizer nada um para o outro. Eu nunca imaginária que Ell gostasse de meninos. Thays me encara então logo após olha para um beco sem saída.

- O qu está acontecendo ali?.-Ela aponta para o beco.

Me viro e vejo uma pessoa deitada e uma outra em cima do corpo. Não sei o que estava acontecendo. Era algo muito bizarro e estranho de se ver. Ainda mais na luz do dia. Então decido chamar a atenção.

-Ei.-Grito. -O que está acontecendo ai? .-Pergunto.

O vulto da pesaoa que estava em cima do corpo desaparece ao ouvir minha voz, então sem pensar eu entro no beco, Thays sem escolhas acaba me seguindo. O beco aparenta está vazio, mas havia um corpo no chão logo a nossa frente. Dou um passo e acabo pisando em uma poça de água, mas quando eu olho para o chão não é água é sangue. Olho novamente para o corpo e percebo que é um cadáver de uma pessoa morta. Então um ruído ecoa pelo beco. Fazendo Thays dá um grito aterrorizador.

Comentários

Há 3 comentários.

Por fran em 2014-09-29 13:17:10
to amando. erros sao normais, nao se preocupe. espero pelo prox cap.
Por J.H.H em 2014-09-28 15:04:04
Houve uns erros na idade da mãe e do pai do Jhonn a mãe é 32 e o pai 31
Por Anderson P em 2014-09-27 22:09:55
Muito bom, estou ansioso para ler os próximos capítulos.