Meu amor, Meu herói

Conto de Gaylover como (Seguir)

Parte da série Ninfomaníaco

Oi pessoal, demorei um bocado para fazer outro conto, peço desculpas ao pessoal que estava acompanhando certinho, aos que gostam de romantismo o capítulo será um prato cheio, shshshsh, beijos

Cheguei em casa super feliz, meu pai parece que já tinha sacado, perguntou DIÁLOGO

--Eduardo Medeiros, como está seu amigo?

--Está ótimo, porque?

--Nada não "aquele olhar de que vocÊ fez coisa errada que eu sei"

Saí dali antes que minha felicidade ficasse mais a mostra, estava feliz demais para uma pessoa que no outro dia tinha que fazer uma boa prova para recuperar uma nota ruim, comi um pão quadrado com ricota e suco, fui estudar mais, Pedrinho me ligou, perguntando o que estava fazendo DIÁLOGO

--Oi meu Duduzinho delicinha, o que está fazendo?

--Estudando Pepezinho, você deixou meu cu ardido, to deitado aqui com uma dor do caralho

--Não fale isso não Duduzinho, meu pau já começa a levantar de novo

--Pois diga pra ele que vai demorar um pouquinho, tenho que me recuperar

--Vou querer mais viu, você sentando no meu pau é demais, caralho, to doidinho pra te comer de novo

--Eu quero te chupar Pepezinho, pare com isso, tenho que estudar, seu guri safado

--Quando a gente se vê de novo? quero te agarrar mais uma vez

--Esqueceu que a gente vai ter prova amanhã? "Olhe como ele estava preocupado com essa prova shshshshsh"

--Eu já disse, tô fudido nessa prova "com a voz triste"

--Não vai não, eu te ajudo amanhã, não se acostume, não vou te dar cola todas as vezes, quero meu guri inteligente

--Amor, você faz isso mesmo, por favor me ajude "com a voz carinhosa"

--Eu não estou muito seguro que vou tirar nota boa, porém faço isso por você

--O meu duduzinho, bigadu "que guri perfeito, alem de perfeito de físico é carinhoso"

--De nada meu branquelinho

--beijo meu chocolatinho

Suspirei, acho que as coisas suspiram contra mim, a porra de meu pai tava passando na hora pelo corredor e perguntou DIÁLOGO

--O que você fez, se eu descobrir e for o que estou pensando pode saber que vou te bater "caralho, que saco, parece que ele sabia de tudo"

--Eu não fiz nada

Me calei, comi mais uma vez e fui dormir, acordei no outro dia, tomei banho, me arrumei pra escola e pra meu pedrinho, meu pai me deixou na escola como sempre, o caminho foi naquele clima de guerra. Saí do carro e entrei na escola, fui para a sala correndo porque a prova já seria no 1 horário, esperei meu amor chegar, estava tenso pela prova, por ter que tirar nota boa, por guardar lugar pra ele sentar, do professor me pegar dando cola e tirar um zero. Chegou depois de uns 3 minutos DIÁLOGO

--Bom dia pedrinho

--Bom dia duduzinho

Os guris do lado ficaram olhando nossas palavras e nossos olhares, falaram alguma coisa no ouvido e depois falaram DIÁLOGO

--Cuecão de couro mano

Pedrinho olhou bufando de raiva, eu como sempre me sentei com vergonha, mais essa agora, o povo que já falava de mim agora vai encher mais o saco, ele olhou pra mim, e falou em meu ouvido DIÁLOGO

--A vida é nossa, que se fodam, eu te amo "Me deu uma força e pensei que ia fazer o possível para ajudar ele na prova"

--Vão se foder seus filhos da puta "falou bem alto"

Fizeram uma cara de raiva e o professor chegou, ele queria mudar as pessoas de lugar e eu pirei, como ia ajudar se ia mudar, pedrinho ficou triste, tivemos sorte que entrou um pessoal pedindo ajuda para uma instituição beneficente e passou 10 minutos falando do trabalho deles e pedindo roupas e alimentos. O professor desistiu de fazer as mudanças, olhou pra turma e falou DIÁLOGO

--Hoje não vai dar pra mudar, pros colões eu aviso que colem e façam bem feito, se eu ver é zero, vai ser difícil, a prova está bem longa "olhando pros grupinhos de conversa e sendo sarcástico"

Ele nos deu a prova, comecei a ler, respondi, passei uma hora vendo, pensando se tinha certeza, corrigi, durante mais meia hora, acho que Pedrinho pensou várias coisas, coitado, estava com medo, o professor passava de carteira em carteira, olhava para as provas, os guris que encheram o saco da gente aproveitaram e passavam cola um pro outro de forma rápida e silenciosa, pensei como ia fazer, nunca tinha passado cola, eu me virei pra Pedrinho e estava com os olhos vermelhos, acho que chorava baixo, me deu uma tristeza, queria me levantar e abraçar no meio da sala, tadinho de meu guri, meu branquelinho DIÁLOGO

--Não chore pegue aqui a prova que eu vou fazer a sua "trocando as provas e atraindo a atenção dos guris enquanto o professor respondia uma dúvida de aluno"

--Obrigado Duduzinho "deu o sorriso mais lindo, muito bom lembrar"

Os guris se entreolharam, riram e um falou DIÁLOGO

--Professor, tem gente colando que não deixa a gente se concentrar pra fazer a prova "filho da puta"

--Espere só um pouco que já vou "estava tirando a dúvida ainda"

--Fale seu filho da puta que eu falo desses papeizinhos aí, você me fode e vai junto "Pedrinho falando baixo"

Eu quase morri de tensão, que horrível, fiz a prova de Pedrinho e escrevi que ele saísse 15 minutos depois, para não dar na cara do professor, saí, fiquei esperando ele lá na porta, acho que fui bem, não tiro 10, porém recupero a nota ruim. Esperei e depois de 10 minutos um dos guris sai e olha pra mim como quem fala você vai tomar no cu DIÁLOGO

--Ei viadinho, onde você vai, volte aqui, aquele idiota não tá aqui agora, o que você vai fazer?

--Me deixe em paz, me esqueça, nem falo com você

--Aquele filho da puta me xingou, não vai ficar sem receber e você é fraco, se prepare que eu vou encher seu saco e o dele "sorriso de gente que não tem o que fazer"

E Pedrinho sai, com aquele andar de guri macho, com as mãos já fechadas, como ficava lindo Pedrinho com aquele topete que balançava quando andava DIÁLOGO

--Deixe Dudu em paz, se não vou fuder sua cara filho da puta

Continua

Beijos gente.

Comentários

Há 1 comentários.

Por Ryan Benson em 2014-06-19 14:34:00
Mto bom ^^