Férias com Pedrinho
Parte da série Ninfomaníaco
Oi pessoal, estou aqui para escrever mais alguns capítulos sobre mim, tento cortar partes chatas como a cisma de meu pai ao extremo na época, a família e tirações de onda dos primos, são partes importantes para a história porem é algo que ocorre com todos aqui.
Minha mãe gritou que ia no supermercado e pegaria minha irmã depois para voltar para casa e me mandou um beijo "Volto já meu amor", minha mãe sempre foi assim, carinhosa e amável, faz tudo por mim, é clara branco brasileiro meio amarelado shshshs, "sei lá, branco brasileiro não é como branco europeu, acho que são as misturas shshshsh", Pedrinho é bem mais claro, com a pele com um tom rosado, lindo meu amor. Ela disse que compraria chocolate e foi embora. Pedrinho já ficou animadinho, me abraçou por trás e já sentia o pau grandão na minha bunda DIÁLOGO
--Duduzinho, você se esqueceu de alguma coisa?
--Se você está perguntando se eu me esqueci que você quer me comer como esqueço com isso "segurando o pau"
--Ai Dudu, faça carinho nele, chupe um pouquinho
--Você é safado Pedrinho
--E você não quer chupar "eu alisando o pau por cima da roupa"
--Tá bom, deixe eu tirar sua calça
--Espere, eu quero fazer isso em outro lugar
--Onde, pode ser arriscado
--Calma, venha comigo
Fomos para a cozinha e chupei por uns dez minutos, depois pro sofá e chupei mais um pouco depois sentei no colo dele, beijei e disse que queria me chupar também, confesso pra vocês que prefiro chupar, porém ser chupado foi legal, ele chupou por uns 5 minutos e me botou de barriga pra baixo no chão e começou a lamber minha bunda, meter a língua dentro, me comendo com a língua shshshsh DIÁLOGO
--Não aguento mais, deixe eu te comer
--Tá bom
Me comeu sem pressa, estávamos de férias, sem ninguém em casa fomos pro sofá, sentei no colo dele, pro chuveiro, pra fora de casa, voltamos pro sofá e escuto um barulho de chave, alguém chegando e nós sem roupa deitados no sofá DIÁLOGO
--Caralho, alguém chegou
--Corre, corre dudu "Pedrinho correndo de pau duro, shshshs"
Pedrinho subiu as escadas para o meu quarto e eu me escondi atrás do sofá, quando a pessoa entrou vi que era meu pai, tinha o costume de chegar sem fazer barulho para saber o que eu ou minha mãe falávamos, infelizmente vivemos um inferno, é galinha, safado, traidor, vive cercado de putas minha mãe ficava triste porém não fazia nada, me sentia triste por ela. Entrou, chamou por minha mãe e por mim, eu não podia responder, estava de quatro, pelado atrás do sofá com o rabo melado shshshsh, como era hora de almoço foi direto para a cozinha para ver se minha mãe tinha preparado algo, aproveitei e subi correndo shshshsh.
DIÁLOGO
--Pensei que alguém ia ver a gente dudu
--Tivemos sorte, não me peça mais isso
--Eu gostei, vamos terminar isso lá na sua cama?
--Eu fiquei com medo, perdi a vontade
--Eu tava na escada olhando se você ia subir e você estava de quatro com a bunda virada pra mim, meu pinto subiu de novo só de olhar.
--E você tá querendo mesmo? "dei um beijo e uma lambida na cabeça rosada"
--Quero gozar em você
--Tá bom
Me comeu mais um pouco e gozou, fomos pro banho e me lavei rápido, meu pai poderia escutar algum barulho dentro de casa e ver o que era, beijei na boca de Pedrinho e desci para falar com meu pai, o que tem de chato, safado tem de grosso, desci até a sala e vi que estava falando com alguém e pelo jeito acho que era com uma puta, que nojo eu tenho de me lembrar. Subi e fiquei com pena de minha mãe, ela é tão legal, porque sofria tanto com aquele imprestável, poderia arrumar um emprego e sair daquela vida. DIÁLOGO
--O que foi Duduzinho? "Pedrinho me beijou"
--Meu pai trai minha mãe e ela não faz nada, fico triste
--Isso é bem chato, já falou com ela sobre?
--Já, porém acha que sou muito novo para entender algumas coisas
--Se é assim que ela quer você não pode fazer nada
--Eu sei, fico muito triste
Depois de 10 minutos minha mãe chega com minha irmã, pedi pra Pedrinho ficar no quarto e depois eu chamava, desci a escada e lá estava meu pai DIÁLOGO
--Porque não respondeu quando eu perguntei por você filho da puta "daquele jeito bem calmo e educado shshshsh"
--Eu estava no banheiro "mentira, tava levando papai, queria que você visse shshshsh"
--O que é isso Marcelo, me respeite
--Me respeite você, cale a boca
--Dudu tomou banho, não está vendo, vamos logo sair para almoçar, Dudu Pedro ainda está aí?
--Sim mãe
--Chame então para almoçar com a gente
Subi e abri a porta do meu quarto, vi que Pedrinho estava deitado na cama DIÁLOGO
--É por isso que você passa Dudu?
--É, você viu como é grosso comigo, nunca fiz nada de errado
--Meu amor, infelizmente você não pode fazer nada, ainda somos menores de 18
--Eu prometo Pedrinho, não quero olhar pra cara desse idiota quando completar 18
--Tá bem, fico sempre do seu lado
--Vamos, minha mãe chamou pra ir almoçar
Saímos do quarto, descemos a escada e meu pai nem olhou pra Pedrinho, saímos pra um restaurante muito bom, apesar da família frágil ainda tínhamos alguns momentos de felicidade, sinto que meu pai ama muito minha irmã e meus primos que conversam de igual pra igual, sei que nunca vou ser o filho que queria ter, valorizo minha relação com minha mãe, sei que ela nunca vai me abandonar. Entramos no restaurante e aquele guri branco com a gente, as pessoas são indiscretas, olham e estranham, nos sentamos eu olhava pra Pedrinho e sorria de vez em quando, enquanto a comida ia chegar a gente conversava ria, meu pai ocmo sempre olhava, prestava atenção na cara da gente, Pedrinho olhou pra mim sorriu e ficou vermelho, meu pai deu um suspiro de "aí tem shshshsh", Pedrinho falava com minha mãe, com minha irmã, falava de jogos, do Rio, de seus pais, então virou pra minha mãe DIÁLOGO
--Eu queria perguntar uma coisa pra senhora, eu e meus pais vamos passar duas semanas na casa de praia, vocês deixam Pedrinho ir?
Continua