Apresentações e um pouco de mim

Conto de Gaylover como (Seguir)

Parte da série Ninfomaníaco

Oi pessoal, estou aqui para passar um pouco da minha história, aos leitores que gostam de contos doces e românticos sinto informar, é o lugar errado, no meu conto vou falar sobre minha vida, meu primeiro beijo aos 6/7, minha primeira transa aos 12 anos e porque me chamam de ninfomaníaco. Sou leitor de vários contos do site, tenho os meus preferidos que são os romÂnticos, porém acho que nunca vou ser um desses, enfim, vamos começar.

Oi, meu nome é Eduardo Medeiros, tenho 1,69 metros, 74 quilos, 22 anos, sou de Aracaju, atualmente estudo em duas universidades, gosto de estudar, sou moreno escuro, tenho cabelos pretos , olhos escuros, cacheados que eu detesto e aliso, tenho um corpo legal, 68 cm de pernas, canelas grossas, cintura fininha, bunda grande. A parte de cima do meu corpo é legal também, peitoral médio, braços médios, nem muito, nem pouco. Não vou mentir, sou um pouco afeminado, não me visto de mulher, são meus gestos que denunciam, sabe aquele momento que você está feliz e acaba gesticulando com as mãos, isso mesmo shshshsh. Amante das músicas de Lana del Rey e muito tímido, tímido ao ponto de virar a cara por ficar com vergonha se um cara olhar pra mim, medo de rejeição sabe? Quer saber com o que eu piro, cara BRANQUELO, acho lindo guri branquinho lorio, moreno, ruivo, umbiguinho fundinho, pedrinhas no peito, médio a malhado, amo cara branquelinho, meu pau fica duro.

Me pergunto muitas vezes como outros gays falam "Quando me descobri gay". Quando me descobri gay? Peraí, eu sempre soube, tenho uma cena pra relatar a vocÊs. Com 6/7 anos eu vivia indo para a casa de meu primo que gostava de jogar futebol na rua, DETESTO, ia. Lá tinha um guri chamado Plínio, da mesma idade que a gente, meu primo gostava de chamar ele para jogar, e entre um desses dias que fui meu primo estava jogando e chutou o chão, entrou em casa para botar rifocina, tadinho. Eu fiquei lá com Plínio, passamos a tarde conversando, caiu a noite e entre umas 5:30/6:00 ficou bem escuro nos sentamos na frente de uma casa que estava sem ninguém dentro, bem escuro, ficamos próximos, beijei a boca dele, ele beijou a minha, chupei a língua dele, foi sem malícia, para simplesmente saber como era aquela coisa que meus pais faziam e que não sentia vontade de fazer com as gurias. No momento do beijo chegou a dona da casa e disse "Plínio, vou contar pra sua mãe", até encontrei com ele depois, parou de brincar na rua.

Uma palavra que defina minha infância INFERNO, sempre tive o jeito meio afeminado e como quando a gente é criança não sabe das maldades do mundo os guris gostavam já de tirar onda com minha cara, da primeira a quarta série passei um inferno na escola, os guris tiravam onda, eu ficava com raiva, vergonha, não participava dos esportes que adivinhem o que eram para os guris, Futebol e futsal. Me escondia no banheiro, ia estudar, sabia que se fosse jogar ia levar um chutão, na cara, barriga, comecei a descobrir que as pessoas não achavam certo guris se gostarem. Fiquei sozinho, comecei a engordar, fiquei gordinho, começaram a tirar onda porque era gordo e triste. Meu pai creio que já tinha sacado que não ia ser o filho que ele queria e minha mãe ache que já sabia, qual não sabe? shshshsh

Na quinta série as coisas mudaram um pouco, entrou um pessoal na sala, eram pessoas ótimas, um vivia me elogiando, dizendo que tinha pernas bonitas, era um gordo distribuído, até alguns guris que tiravam onda com minha cara achavam minhas pernas bonitas shshshsh.

Na sexta minha vida mudou totalmente, entrou um guri na sala e eu comecei a sentir aquilo tudo que estava adormecido, lindo, branquinho, cabelos lisos, minha altura na época, um dos meus amigos foi logo falar com ele e enturmar. Conversei com ele, viramos amigos, aconteceu uma coisa que eu fiquei muito feliz na época, ele me chamou pra seu aniversário, fui com meus amigos, era no apartamento dele, ficamos o dia na piscina, fiquei de roupa com vergonha porque estava gordinho. Quando vi aquele guri de sunga, CARALHO, a melhor visão que eu tive na época, que lindo. Depois disso inventava trabalho na casa dele, fazia de tudo pra ficar perto dele, mesmo sabendo que não era meu e nem eu dele. Como tudo que é bom tem fim o que aconteceu, ele me contou que estava afim de uma guria. Doce ilusão, amarga decepção, tinha que esquecer, tirar ele de minha cabeça, já naquela época eu sabia que não podia forçar alguém a fazer o que não quer, respeitar, foi assim que em um misto de desejo, sentimentos estranhos e tristeza tive meu primeiro amor não correspondido.

Já no meio do ano entra um outro guri, um loirinho bonitinho, meu grupo foi logo falar com ele, eu fui também, conversamos e quando já estava me recuperando aquilo bate de novo, de um jeito mais forte, ele sorria, eu sorria, falava comigo, ficava feliz. Aconteceu de meu antigo amado convidar todo mundo para comemorar o fim das provas na casa dele, dia de piscina. Quando vi aquele loiro de sunga, tudo voltou, fiquei ainda mais louco que da primeira vez, não pensava 24 horas por dia, enquanto estava acordado só pensava nele, ficava triste quando chegava sexta feira e só ia voltar a ver ele segunda, dava uma tristeza. E como já estava demorando o que aconteceu? Ele se interessou por uma guria, aquilo me partiu o coração, me pediu ajuda porque ela era muito amigo minha, ou seja, tive que ajudar. Amor é um sentimento dúbio, puro e podre, puro ao tempo de amar e ajudar a pessoa que ama e podre por te iludir e entristecer.

Depois de minhas outras decepções amorosas começo a sétima série. A safadeza começou a bater, comecei a ver vídeos de sexo gay, caras nus, paus, entre outras coisas, trabalhei muito com as mãos shshshsh. Prometi que ia emagrecer e comi muita linhaça shshshshsh. Procuro pela sala por caras novas e vejo um, guri branquinho, alto, cabelos lisos e castanhos, sardentinho. Fui falar com ele para conhecer, é terrível ser novo. Conversamos, ele disse que seu nome era Pedro, que era do Rio de Janeiro, tinha se mudado para Aracaju porcausa do emprego do pai. Depois de algum tempo nos conhecemos mais, quatro meses se passaram e já éramos inseparáveis, ele ia para minha casa e eu ia pra dele, meu pai desconfiava e minha mãe não falava nada. Ele quando me encontrava na aula me abraçava e discretamente dava um tapinha na minha bunda, só pra me deixar feliz e nervoso, feliz pela safadeza shshsh e triste por pensar que era amigável.

Pedrinho era muito lindo, além de ser branquinho era de um corpo de guri mais velho, perfeito que só ele, tinha sardinhas nas costas, sem pelos no corpo, fazia futsal fora e natação na escola, tinha os peitinhos rosados e com pedrinhas inchadinhos, malhadinho, umbiguinho fundinho, tesão total, ficava só de calça moletom quando ficava na casa dele, eu pirava né shshshsh, sabia me controlar porcausa das outras decepções. Com as semanas a amizade foi crescendo, ele me defendia dos guris que ainda tiravam onda com minha cara, sendo unilateramente meu desejo, defensor e amado.

Em um final de semana os pais de Pedrinho tiveram que viajar para o Rio resolver uma pendência de alguns documentos de uma casa deles lá e Pedrinho tinha que ficar porque era semana de provas, o final do primeiro semestre, ficaria com a empregada em casa durante sexta e sábado e no domingo ele ficaria sozinho. No domingo ele me liga DIÁLOGO

--Dudu, venha jogar PS2 comigo, estou sozinho hoje "Que coisa velha shshshsh"

--Não posso Pedrinho, temos prova amanhã, esqueceu foi?

--Eu não, não tô afim de estudar essa porra

--Eu também não, é matemática tenho que estudar

--Por favor, venha "Falando daquele jeitinho doce e lindo"

Eu queria ir, falei pro meu pai e ele não gostou nada disso, falou que eu perguntasse pra minha mãe, minha mãe deixou e brigou com ele "por isso que ele é tão tímido Marcelo, ele tem que sair mais" "vamos Eduardo, eu te levo"

Obrigado pessoal, acompanhem.

Comentários

Há 1 comentários.

Por Júnior Mix em 2014-06-04 11:49:35
Interresante. .. :)