This Is My Life - Is War? - Capitulo 2

Conto de Flinn como (Seguir)

Parte da série This Is My Life

São 7 horas da manhã quando meu celular desperta. Logo vejo o sol batendo no meu rosto, e também vejo o Léo... Com um edredom que o cobria somente dá cintura pra baixo, e ele não estava usando roupaa, as aulas começavam as 9 horas da manhã então como eu tinha tempo, fiquei observando o Léo

5 minutos depois Lucas me manda uma mensagem, diz que quer conversar e tal... Tomo meu banho, visto o uniforme e vou até o local aonde ele ia me encontrar, que seria o jardim do colégio

- Olha Flinn, você tem que me entender, sabe? - Lucas estava tenso, muito tenso, então dizia as coisas rapidamente -

- Lucas, entender eu não entendo por quê eu nunca fiz um menáge á trois ou uma suruba, orgia ou sei lá. E o pior é que foi com o meu irmão e o namorado dele

- Ok calma... - Interrompo Lucas -

- Lucas eu estão super calmo, estão falando o mais calmo possível. Peraí, me responde uma coisa... Você usou camisinha?

- Oi? - Pergunta Lucas desentendido -

- Você, ontem usou camisinha? Você fodeu alguém?

- E isso lá e coisa que um namorado pergunta - Murmurou Lucas -

- Namorado que está quase virando ex! - Afirmei -

- Alfred - Diz Lucas num tom baixo -

- Fala mais alto!

- Com o Alfred!

- Se ele pegar aids... Eu te mato - Digo com raiva -

- Você não disse que odeia ele? Peraí... Como você sabe que eu tenho aids?

- Sim eu odeio ele, só que ele doente é uma frescuura e isso nâo vem ao caso. O quê vem ao caso é que... O Léo me contou

- Ah, seu amiguinho virou fofoqueiro?

- E você? Nem tem coragem de admitir que tem uma doença!

- Eu já disse! Eu não sou "aidiano"

- Aidiano? Dá onde você tirou isso? É portador de aids coisa burra! E o Léo não é fofoqueiro, ele é amigo! Daria um namorado muito melhor que você

- Vai defender agora? - Pergunta Lucas apertando sua mão -

- Quem começou a falar mal do Leonardo não foi eu

- CHEGA! CHEGA DE LEONARDO PRA CÁ, LEONARDO PRA LÁ. CHEEEGA! - Gritou Lucas -

- ME OBRIGA! ELE DÁRIA MIL VEZES VOCÊ! VOCÊ NEM SE QUER ME DEU UM PRESENTE DE ANIVERSÁRIO! - Gritei -

- CALA BOCA!!

- NÃO CALO, VOCÊ NUNCA SE QUER TENTOU SER MEU NAMORADO! VOCÊ SÓ QUERIA TRANSAR COMIGO. MAIS EU FUI ESPERTO!!

- Olha, não me provoca - Lucas levanta o dedo pra mim -

- Sua mãe nunca disse que apontar é feio?

- Flinn cala a boca, o colégio inteiro tá olhando pra gente

- Que se dane! Quem começou a gritar também não foi eu

- CALA SUA BOCA! - Lucas me dá um soco no meu rosto -

Nunca imaginei que um soco faria um estrago bem maior do quê já causaria. O soco foi tão forte, mais tão forte, quê eu caí e bati a nuca numa. Desmaiei na hora, e pelo o quê me contaram, Lucas ficou olhando desesperado sem ter o quê fazer

Ou seja, estava com cara de culpado

Quando Léo chegará ali, Lucas se arrependeu de ter feito isso

- Bom, bom, bom... Lucas vou te perguntar uma coisa... PERDEU A NOÇÃO DO PERIGO? - Gritou Léo -

- Cara, foi sem querer - Insistiu Lucas -

Se eu estivesse acordado nesse momento, diria "Sem qurer denovo"

Léo chega mais perto de Lucas.

- Então considere isso - Léo dá um soco na barriga do Lucas - como sem querer

- Cara... Você tá ferrado...

- Ferrado tá você, olha teu pai aí - Disse Léo com um sorriso no rosto -

Léo me levou ao hospital. Lá, ele obviamente se encontra com o meu pai, que eu carinhosamente o chamo de Daddy. Eu precisei de uma neurocirurgia, a pedra era pontuda e quando eu caí, eu senti ela perfurar uma pequena parte do meu cérebro.

Fiquei apagado durante 3 dias.

Acordei na quinta feira de manhã, por volta das 8:30, estava meio tonto, tentei mecher meus braços, pernas, dedos e nada. Ou seja, eu fiquei paralitico, só conseguia mecher o pescoço e mais nada

- Oh God... Ah, não... Eu mato o Lucas!

- Flinn? Você acordou? - Perguntou Daddy feliz -

- Acordei. Tá, e isso? - Olho para os meus braços como se eu estivesse apontando pra eles -

- É temporário, mais não sabemos o tempo - Disse Daddy -

- E o Léo? Cadê ele? Eu preciso falar com ele

- O Leonardo?

- Siim

- Seu quase namorado? - Perguntou Daddy com um sorriso no rosto -

- Ele não é meu quase namorado. E existe isso?

- Não sei, mas... Olha ele aqui

Léo entrou no quarto.

- Eai? Cê tá bem? - Perguntou Léo curioso -

- Mais ou menos. Eu tô meio paralitico

- E existe isso? - Perguntou Daddy com uma sobrancelha erguida -

- Daddy!

- O quê foi ?

- Pode sair? Please? - Fiz uma cara de cachorro que caio da mudança... -

- Ok, vou deixar espaço para os quase namoradoos - Daddy saio do quarto fechando a porta -

- Quase namorados? - Perguntou Léo totalmente desentendido (e essa não é a primeira vez que acham que eu e Léo namoramos)...

- Ele tá com essa idéia na cabeça. Deve tá querendo que eu esqueça o coisa ruim

- Deve mesmo... Mais - Disse Léo deitando ao meu lado - quem poderia ocupar o lugar dele? - Perguntou Léo se aproximando de mim -

- Tinha que ser uma pessoa que me entendesse, me amasse, que soubesse meus gostos e claro, bem romântico e carinhoso

- E quem é mais indicado para isso? - Perguntou Léo aproximando a sua cabeça da minha -

- Quer mesmo saber?

- Claro

- Essa pessoa é... - Daddy me interrompe entrando no quarto -

- Bom gente, eu vou dar alta pro Flinn... Deixa quieto - Daddy vira de costas para sair do quarto -

- Opa, calma ai sog... Pedro, não estava acontecendo nada de mais - Diz Léo tentando convencer Daddy de que não hávia acontecido nada -

- Nada mesmo - Concordei -

- Tudo bem. Agora me expliquem, vocês estão colados

- Tô com frio - Menti (estava com tesão mesmo) -

- Cabeças também coladas? - Perguntou Daddy na expectativa de conseguir uma resposta sensata -

- A gente sempre faz isso - Disse Léo -

- Hã... Tudo bem - Disse Daddy não convencido - Vai levar ele pra casa Leonardo?

- Levo - Respondeu Léo pegando na minha mão clandestinamente -

Chegamos em casa e o Léo me levou pro quarto, me arrumou na cama e se deitou ao meu lado, e meio que fez uma confissão de amor, ele me perguntou, "E se, eu estivesse apaixonado por você?" Mais eu logo pensei, ninguem se apaixona com um só beijo. Ou se apaixonam? Mais não foi aí, que as coisas começaram a melhorar... Ele pôs um filme para nós assistirmos, já com a intenção de criar um clima entre nós

Ele tinha posto Titanic, e a cada minuto ele se aproximava mais um pouco, até que já estávamos totalmente colados. Logo ele me beijou, igual o outro, quente e exitante só que melhor. Pois ele não saio correndo, naquele momento eu queria que aquilo tivesse ido adiante, mais não dava... Dar até dava, só ia ser chato

Vooltando ao assunto, ele alisava minha perna, depois foi para o meu abdomen, para os meus mamilos e subiu para o meu pescoço, empurrando minha cabeça para o beijo ficar melhor, do pescoço foi alisando as costas e parou no cóxxix, queria poder fazer o mesmo, queria por as mãos nos seus cabelos, poder senti-lo. Ele mordeu o meu lábio inferior, dava cada chupada no meu pescoço que era uma delicia. Devagar, eu conseguia pôr a minha mão esquerda em seu pescoço, depois, a direita foi para a sua cintura. Ele tirou minha camiseta, logo eu tiro a sua, podíamos sentir nossos corpos se tocando, o quê é marávilhoso, tiramos nossas calças. Somente de roupa íntima começamos um pequeno diálogo

- Você acha que a gente deve? - Perguntou Léo -

- E se estivermos indo rapido demais?

- Não sei

- Eu vou se me disser uma coisa

- O quê ? - Perguntou Léo -

- Diz que me ama

- E-Eu, te amo

- Também te amo

Dali, tiramos nossas roupas íntimas e fomos... Léo começou pelos meus mamilos e foi decendo, quando chegou lá, fazia movimentos lentos, que ficaram rapidos. Eu gemia alto, quando mais rapido Léo chupava, mais alto eu gemia, ele beijava a glânde com cuidado... Pus a camisinha no pênis do Léo, me virei e deixei rolar. Ele começou devagar a meu pedido, logo ele aumentou a velocidade, ele ejaculou ali dentro de mim mesmo. Quando já tinhamos acabado, fiquei deitado no peito do Léo, assistindo tv. Ele olhava fixamente para a televisão, olhei para o seu rosto, ele sorria, estáva feliz. E percebi que ele não ficará assim durante um bom tempo, o abracei e ficamos lá

A manhã seguinte não foi nada boa. O pai do Léo, Claudio Monte Rey, apareceu lá em casa querendo saber o por quê o Léo não estar em casa ou no colégio

- Ah, bom dia - Coço meu olho -

- Bom dia... Dia ótimo o de ontem

- Ótimo não, perfeito

- Perfect, wonderful (Perfeito, maravilhoso) Quero mais dias como aquele, principalmente com você - Léo me beija -

- Muito bonito em seu Leonardo... AGORA EXPLICA, QUE PALHAÇADA É ESSA? - Gritou Claudio -

Gentee, desculpa a demora. Tive uns problemas pra resolver, me desculpem qualquer coisa. Beeijos seus lindooos <3

Comentários

Há 1 comentários.

Por hugo em 2014-06-06 01:49:18
nosssaaaaa amei continua