Seus desejos, meus desejos.
Parte da série Socios
Capitulo 3
- Senhor, por favor pare. - Emploro eu nos braços de André.
- Calma Ari, eu sei que você está afim, não vou te machumar eu prometo. Vou cuidar de você apenas se entregue pra mim - Susurra ele com a límgua na minha orelha. - Sempre fui afim de você Ariel, guardo isso desde o momento em que te contratei, eu apenas estava esperando um momento certo para te falar, não quero te assustar nem nada, mais você me deu esse momento hoje se encostando no meu pênis duro mesmo que por acidente.- Termina me pondo sentado a mesa de frente para ele.
Eu não me considero gay, nunca sair com homens em encontros e tal e nunca tranzei com um aliaz eu nunca nem tranzei com uma mulher. Mais agora eu não me importava o cheiro do perfume forte de André já está dentro de mim me mandando me entregar a ele. Trabalho na Cleiton's a 2 anos e nunca me vir nos braços do meu chefe. Mais agora estou aqui incapaz de fugir.
- André, por favor - Eu continuo emplorando e ele passa sua límgua fria dentro da minha boca... Parece um animal faminto.
Ele tira seu terno e desprende sua gravata jogando tudo no chão me deixando ver todo seu peitoral forte e peludo, ele vai tirando seus sapatos e meias em seguida abre o ziper da sua calça e a-tirando também ficando apenas de coeca box branca com listas pretas,suas pernas também são bem peludas e definidas. Em seguida ele vai tirando a minha roupa na mesma ordem que ele fez com a dele só que me deixando totalmente nú.
Eu fico envergonhado com a sena. Posso ver seu volume na sua coeca e seu pênis é bem grande e imagino aquilo dentro de mim. Ele vem pra perto se encaixando minhas pernas, eu me apoio com os dois braços atraz da mesa.
- Levante o rosto Ariel - diz ele ao me ver de cabeça baixa - quero que você olhe cada movimento, sei que deve ser sua primeira vez, mais tenta relacha o maximo que puder - ele me beija e abre minhas pernas.
Quando ele enfia seu dedo no meu ânus, meu corpo inteiro se contrai pra quela dor, minhas pernas flutuam no ar, ele me segura pra eu não cair em seguida tira o dedo e o põem na boca. Quando ele tira o dedo da boca faz um som como Plaff se estalando e torna a enfiar o dedo dentro de mim, eu contraio com um grito bem alto e caio de vez em seu peitoral ele me abraça com carinho e tira o dedo da dor de dentro de mim. Eu me pergunto por que ele esta fazendo isso, deve esta preparando o caminho para o que esta para entrar.
Ele passa as mão carinhosamente nas minhas costas e beija minha cabeça, sua barba faz cossegas e vai tirando sua coeca. - Agora ele libertou o que eu queria ver.