Doce Indecisão - Surpresas da vida (capítulo 1)

Conto de DoceDesilusoes como (Seguir)

Parte da série Doce Indecisão

Esse é o primeiro de muitos contos que pretendo escrever, em uma breve sinopse, eu diria, que o 'Doce indecisão', irá intriga-los, excita-los e também, irá os emocionar. A história passasse sua grande parte em um colégio interno. E será levado em conta a vida de um adolescente basicamente anti-social e que se encontrará apaixonado por duas pessoas ao mesmo tempo. Agradeço a atenção e espero que gostem. OBS: Pode haver algum erro ortográfico, então me desculpo desde já.

Era noite, como sempre não tinha lugar algum para sair, muito menos, com quem sair. Faltava pouco

tempo paras as férias começarem, então poderia voltar para casa dos meus pais. Por isso estava super ansioso, e

não conseguia pensar em nada além de férias. Eu estudo a dois anos em uma escola de ensino médio, diga-se de

passagem, meio que retrógrada, digo isso, pois os métodos aqui utilizados são de cunho bem rígidos e

normas nada informais. Moro em um dos dormitórios do colégio, e sou bolsista, meus pais moram em uma

pequena cidade aqui perto. Me viro como posso. Quase sempre divido o quarto com alguém, mas meu antigo

colega de quarto foi expulso, devido a infrações à diversas normas. Nada que valha a pena comentar, pois ele

era um tremendo de um babaca. E à propósito, meu nome é Artur. Era sexta, dia que não tenho aula de manhã.

Ultimamente estava tendo dificuldades em física, então decidi estudar um pouco... Acabei dormindo e acordei

com o senhor Augusto batendo na porta:

- Artur, já está na hora do almoço, não demore!

Respondo:

- Okay, já estou indo.

Augusto é um dos funcionários daqui, somos amigos,simpatizei com ele desde o início.Já estava saindo do

meu quarto, quado o diretor, com uma cara nada amigável, disse:

- Artur, preciso que vá até meu escritório, logo após o almoço.

- Claro, diretor Jonas, estarei lá. Continuei andando até a refeitório, almocei o mais rápido que pude, e fui

correndo para diretoria. Chegando lá:

- Olá, como o senhor pediu, estou aqui. Fiz algo de errado?

- Sente-se e relaxe,só o chamei para avisar que, como você deve saber, ainda faltam aproximadamente duas

semanas para as férias, e me informaram que há três vagas disponíveis nos dormitórios, então, decidi selecionar

alunos da lista de espera para ocupá-las o quanto antes e se familiarizarem com as acomodações antes do término

das aulas.

Respondo:

- Entendo, se eu poder ajuda-lo de alguma forma...

- Não, não há necessidade, eu cuido de tudo. Enfim, é isso. Logo logo, você estará dividindo quarto com algum

colega. Disse o diretor.

Fui dispensado, e volto para meu quarto, estava quase na hora da minha aula de literatura e tinha que me

preparar. Tomei um banho rápido, me vesti e fui para aula da professora Karmen.

- Boa tarde, professora Karmen.

- Boa tarde, sente-se Artur, a aula já vai começar.

- O.K.

O tempo passa, e como de costume nas aulas de literatura, me afogo em um mar de tédio. Só conseguia prestar

atenção nos meus rabiscos...

- Artur, Artur! O sinal já tocou, todos já se retiraram.

- Nossa, não tinha percebido. Desculpe, professora.

- Seja mais atento na próxima.

- Serei, até mais.

Já não se encontrava muitas pessoas pelos corredores. A maioria dos alunos já tinham ido para casa, eram

poucos os que moravam nos dormitórios como eu. Pois, por se tratar de um colégio destinado à pessoas com

recursos financeiros: só ficavam nos dormitórios os bolsistas. Estava descendo as escadas em direção ao andar

subtérreo, onde fica os dormitórios. Já podia ver meu quarto. Não esperava a hora de chegar e tomar um belo de

um banho. Abro a porta bem rápido e vejo o que aparentava ser o meu novo colega de quarto.

- Ops, foi mal. Eu não devia ter entrado assim.

Fecho a porta, e não sabia onde enfiava a cara. Ele estava pelado. Sem demora ele se veste e abre a porta.

- Você deve ser o Artur, eu sou o Lucas.

- Desculpa pelo o que aconteceu, eu devia ter batido na porta.

- Imagina. Mais dia, menos dia, isso acabaria acontecendo.

Não sei bem o que eu estava sentindo, me sentia estranho.

- É verdade, enfim, vamos entrar?

Ele sai da frente, me deixando passar. Entramos. Não converso nada, só digo:

- Preciso de um banho, volto já.

Ele sorri e fica vendo algo na TV.Já no banho, não parava de pensar no que vi quando abri a porta,

nunca tinha sentido isso antes... Estava começando a ficar excitado, passo o sabonete pelo meu corpo, fico com

o pênis duro como uma pedra, inevitavelmente, me masturbo. Nunca tinha ficado com tanto tesão quanto agora.

Movimento minha mão lentamente, quero prolongar aquela sensação o máximo possível. Não sai da minha

cabeça a imagem do Lucas pelado. Derramo um pouco de shampoo na minha mão para facilitar. Eu já estava

quase gozando,quando:

- Cara, desculpa invadir assim. Mas, estou com muita vontade de fazer xixi.

Quase tive um ataque cardíaco, minha sorte era que o boxe não é tão transparente. Deu tempo eu me virar

rapidamente.

- Você quase me matou de um susto!

- Relaxa, eu não tô olhando nada. E se eu olhasse, tecnicamente, estaríamos quites, não? Respondeu Lucas,

rindo.

- Muito engraçado você. Que demora é essa? Não era só xixi?

Por incrível que pareça, aquilo só estava me deixando com mais tesão. Meu pênis não parava de pulsar.

- Que pressa é essa? Você estava fazendo algo que eu atrapalhei?

- Haha, você é muito engraçado.

E a água continuava a cair, eu continuava de costas, meu pênis começa a "babar".

- Eu demoro as vezes, haha, mas acabei. E aproposito pode continuar a se masturbar... Brincadeirinha haha. Não

vou mais atrapalhar.

No mesmo instante que ouvi a porta batendo,sinto que estou gozando.E o incrível é que eu tinha parado de me

tocar. Nunca gozei tanto.

Acabo de me limpar, saio de toalha do banheiro. Vejo Lucas sorrindo, que me diz:

- E ai, gozou muito? Hahahaha.

Respondo com cara de tédio:

- Demais.

Responde Lucas com um sorriso de orelha a orelha:

- Cara, não me leve a sério, metade do que eu falo é brincadeira.

- Lembrarei disso. Respondo,retribuindo o sorriso.

Eu não sei bem o que estava acontecendo comigo. Nunca tinha sentido isso antes. Só o que sei é que estava

gostando. E depois disso tudo, não houve muito conversa. Procurei uma roupa e fui me vestir no banheiro. Quando

volto, ele já estava dormindo. Pelo menos, era o que parecia. Ele estava totalmente em baixo das cobertas. O

estranho era que as roupas dele tinham sido deixadas no chão, do lado da cama. Peguei a calça e camisa e as

coloquei sobre a sua cômoda. Daí fui dormir, ou ao menos, tentar. Não demorei muito para dormir, mas tenho o

sono leve. Acordei com o barulho do Lucas levantando da cama, estava escuro, não consegui ver ele direito,

mas pelo que notei, ele estava de cueca. E isso foi mais que o suficiente para me deixar excitado, por mais

estranho que pareça. Ele foi ao banheiro, e deixa a porta aberta. Achei estranho ele ter deixado a porta aberta.

Será que ele percebeu que eu estava olhando ele? Será que ele também está curtindo isso? Será que ele deixou a

porta aberta para me motivar a ir lá "fazer xixi"? Não sei o que pensar, só sei que o que quero é ir lá. Ainda não

encontrei coragem, mas ele continua no banheiro,só que agora estou escutando o chuveiro ligado... Descido ir,

e quando estou enfrente a entrada do banheiro, foi o exato momento que ele saiu do boxe.

- Nossa Artur, você me assustou.

- Desculpa cara, estou com vontade de fazer xixi.

Eu não me controlei e olhei para baixo, em direção à seu pênis.

- Hahaha, não cara, sem problemas. Me deixa só me enrolar na toalha, e então o banheiro é todo seu.

- Okay.

Quando ele estava saindo eu entrei no mesmo momento, a porta é estreita, quase ficamos presos, então Lucas

fala:

- Hahahaha, assim ficaremos presos. Me deixa passar primeiro.

Me afasto e deixo um espaço considerável. Mas mesmo assim, ele passa e se encosta em mim, e me mostra um

sorriso que muitos diriam que foi bem safado.

Quando saio do banheiro ele já estava na cama e dessa vez o que tinha no chão do lado da cama, era a toalha.

Ele estava quase todo coberto, só dava pra ver sua seu rosto. Não sei o que me deu, pois não costumo dormir

pelado. Tiro minha roupa e reparo que ele está de olhos abertos. Estava escuro, não dava pra ver direito. Fui

para de baixo das cobertas e com um tempo acabo dormindo.

Não sei por quanto tempo dormi, não lembrei de configurar o despertador. Acordei com Lucas em pé ao

meu lado, dizendo:

- Artur, faltam 7 minutos para começar a primeira aula.

Ele olha em direção a região do meu pênis que estava um volume no cobertor, e solta uma risada discreta.

Reparo que como de costume, meu pênis "acorda" antes de mim. Me enrolei no cobertor e corro para o

banheiro desesperadamente.

- Artur, não precisa ficar com vergonha, isso acontece com todos.

Não respondo nada,só fico trancado no banheiro esperando ouvir a porta batendo quando ele saísse.

- Artur, você não vai sair daí? Se você perder aula sem justificar antes, vai levar maior bronca do Jonas.

Continuo sem responder nada, a vergonha mal me deixa respirar.

- Okay, como você quiser, já vou para minha aula. Disse Lucas.

A porta bate, e saio do banheiro de toalha.

- Olá, Artur. Diz Lucas com um sorriso cínico.

Ele fingiu que tinha saído.

- Poxa, cara... Tô morrendo de vergonha...

- Cara, não precisa disso. Você já me viu pelado, eu já te vi pelado. Então, já somos íntimos hahaha.

- Tento rir disso, mas não consigo, cara. Não tenho nem o costume de dormir pelado. Não sei o que deu em mim

Dai me veio à cabeça que já é quase hora do almoço, perdi as aulas... O que eu vou dizer para o Sr. Jonas?!

Lucas parece que lê meus pensamentos, e responde:

- O que interessa agora é o que faremos, porque perdemos todas as primeiras aulas... Acho que se dissermos que

estamos resfriados o Jonas dá um desconto.

Pego uma calça, vou rápido no banheiro me vestir. Volto e então combinamos tudo: quando o sr. Augusto viesse

nos chamar, diríamos que não estamos nos sentido muito bem. E assim foi.

- Artur e seu novo colega, já é hora do almoço. E antes que me esqueça o diretor Jonas quer a presença de vocês

em seu escritório.

Lucas sussurrou:

- Fala o combinado. Tenta fazer "voz de resfriado".

Balanço minha cabeça positivamente, e mesmo sem abrir a porta respondo ao sr. Augusto.

- Sr. Augusto, eu e o Lucas não estamos nos sentindo muito bem. Achamos que é resfriado.

Lucas pergunta:

- O senhor poderia avisar ao diretor Jonas?

- Tudo bem meninos, avisarei a ele. Espero que vocês melhorem logo. E irei trazer algo para vocês comerem

aqui.

Respondo:

- Obrigado, mesmo, Sr Augusto.

Espero o Sr. Augusto ir embora e comento:

- Lucas, minha nossa. Você não imagina como estou nervoso. Nunca fiz isso antes. Já imaginou se descobrem?!

Eu sou bolsista. Isso pode me trazer complicações.... E como se não bastasse, você ainda me vê em

circunstâncias não tão boas de ser visto.

- Relaxa Artur, ninguém irá descobrir. E em relação a sua ereção, relaxa todos acordam de "pau" duro. Aaah,

que bom que lembrei, tenho algo aqui que vai te deixar bem calmo.

Olho para ele meio confuso e pergunto:

- O que você tem que acalmaria?

- Minha boca hahaha. Agora falando sério, espera só um minuto. Vou pegar.

Não falo nada e nem expresso reação alguma.

- Olha, uns amigos me arranjaram. Isso é a única coisa que me faz sair do tédio que se impregnou nessa escola.

- E o que "isso" é?

- Nossa, você nunca fumou uma erva?! Em que mundo você vivi?

- Você é louco? Já imaginou se te pegam com isso? Seria expulsão na certa!

- Relaxa Artur, eu escondo bem. E outra, agora que somos colegas de quarto, irei te ensinar a apreciar as

melhores sensações do "meu mundo". Disse Lucas, me mostrando um sorriso lindo, como sempre.

Retribuí o sorriso e depois disso não ouve mais conversa. Nunca pensei na possibilidade de me drogar,

mas ultimamente tudo estava tão estranho que... Sei lá. Paro de pensar nisso e vejo Lucas ligando a TV, estava

passando o clipe da minha música preferida: Ziggy Stardust, do Bowie. Pelo que notei, Lucas também gosta da

música, ouvi ele murmurando a música do começo ao fim. O tempo passa, vimos alguns clipes. Minha barriga

roncava. Lucas estava inquieto. Não o pergunto nada. Vimos mais alguns clipes e então:

- Meninos, trouxe o almoço de vocês.

Abro a porta e tento interpretar a "voz de resfriado". Na medida do possível.

- Obrigado... Nossa... O senhor sabe mesmo do quê gosto.

- Você é um indivíduo de hábitos, sempre faz as mesmas refeições... Então, trouxe o de sempre, e deduzi que o

seu colega também goste, trouxe o mesmo para ele.

- Observador, você... Ah... O senhor falou com o diretor Jonas?

- Falei sim, inclusive ele achou que vocês estavam mentindo, mas eu o convenci que não. E antes que me

esqueça... Ele pediu que os avisassem que se o resfriado persistir até amanhã... Fossem até à enfermaria da

escola.

- Okay, obrigado. Faremos isso.

- E aproposito, cadê o seu colega? Disse o sr. Augusto.

- Ele deve estar no banheiro.

Levo a comida e a ponho sob a mesinha. Volto e me despeço do sr. Augusto e tranco a porta. Decido

esperar o Lucas sair do banheiro para comermos juntos. Volto à ver os clipes. Vi eternos seis clipes, minha fome

não me deixava esperar. Vou até a porta do banheiro:

- Lucas, você morreu aí?

Comentários

Há 0 comentários.