Escola, amigos e descobertas pt 8

Conto de Andvinc's como (Seguir)

Cap 8

Fiquei refletindo durante um tempo, sobre a velocidade e a quantidade de coisas que estavam acontecendo em minha vida. E ao mesmo tempo, me sentia inseguro por não saber para onde as coisas iriam dar.

Cheguei em casa e tomei um banho demorado, enquanto tentava imaginar o que levou aquelas pessoas a estarem naqueles momentos comigo, qual a história delas e porquê estou tão envolvido ?

Estas perguntas martelavam em minha cabeça durante a noite quase toda, enquanto ansiava, que amanhecesse novamente. Como resultado, não dormi bem, apenas cochilei, fui a banheiro e estava com olheiras horríveis, havia um espinha nascendo também, fiquei nervoso, não queria que as pessoas me vissem assim, principalmente ele..

Tomei meu café da manhã e sai, como sempre estava atrasado, eu gostava disso, o transporte sempre estava mais vazio esse horário e tudo isso a custa de 10 ou 20 minutos de atraso, mas como tinha boa relação com os professores a maioria não se importava. Dito e feito, cheguei na sala, já estavam todos em seus lugares, Thomas estava no meio, perto de seus amigos, não consegui conter o sorriso ao vê-lo, ele por sua vez correspondeu com um tão tímido quanto o meu, fui em direção ao meu lugar, cumprimentei o Dean e sentei.

Não demorou muito e Cíntia levantou e sentou próxima à minha carteira, achei estranho, disse Oi, ela respondeu e começamos a conversar.

[Cíntia]

- eae gato, dormiu bem? E essas olheiras ? Ainda bem que não sou a única com isso haha.

Dei uma risada me senti confortável com sua afirmação.

[Eu]

- ah dormi sim e você ?

[Cíntia]

- bem pouco para falar a verdade, passei a noite conversando com o crush, então valeu a pena.

- então eu queria te pedir um favor... Quer dizer um favorzão

Fiz uma cara de confuso e perguntei o que era.

[Cíntia]

- então, na sexta depois do role a Amanda foi para a minha casa e bem já faz um tempo que estamos nos pegando...

Não estava entendendo aonde ela queria chegar.

[Cíntia]

- enfim, o lance é que na sexta transamos muito e não percebi a hora em que meus pais chegaram em casa, eles foram até meu quarto e nós estávamos dormindo juntas com poucas roupas, no outro dia minha mãe fez um alarde, falando que aquilo era um absurdo e que eu tava virando lesba e blá blá blá e eu justifiquei que aquilo era normal, coisa de amiga e tals, que todo mundo faz isso hoje em dia e inclusive eu estava namorando, então não tinha sentido nenhum eu estar pegando uma menina, ainda mais minha amiga. Ela me pediu para apresentar e eu disse que no meu aniversário eu faria isso.

Soltei algumas risadas ao longo da história.

[Eu]

- mas eai, qual a solução?

[Cíntia]

- ah então queria que tu pudesse fingir ser meu namorado, pelo menos por algum tempo sabe? Só para esfriar os ânimos e tudo voltar a ser normal.

[Eu]

- e por que você tá pedindo isso para mim? O Gabriel não se sairia melhor no papel? Ou sla, qualquer outro menino dessa sala?

[Cíntia]

- aí bobo, eles não são tão legais quanto você, além do mais, eu não quero que essa história se espalhe, não quero que as pessoas vejam meus pais como pessoas ruins. Além do mais, nunca vi você de rolo com ninguém, além do Pedro haha. Então você topa?

Soltei um riso de desespero.

[Eu]

- ah acho que sim, mas até quando e o que você quer que eu faça ?

Perguntei isso na esperança de que ela respondesse "ah só temos que ficar abraçados na frente deles no niver", mas para minha surpresa ela tinha feito um plano inteiro.

[Cíntia]

- meus pais não são burrinhos, então pensei, temos que já estar juntos a um tempo e podemos provar com algumas fotos, após sairmos para alguns lugares, daí no dia da festa, eu te apresento, ficamos um pouco juntos e esperamos um tempo para "terminar".

Fiz uma cara de surpreso e de desconforto, mas não vi muito problema, pelo menos eu achei.

[Cíntia]

- ótimo, então hoje vamos cabular as duas últimas aulas e ir na liberdade, programinha casal só nós dois. (Liberdade é um bairro de São Paulo com uma temática oriental bem bacana, tem alguns lugares bem clichê frequentado por casais).

Na hora bateu um receio e de certa forma insegurança, pois novamente as coisas estavam indo muito rápido. Demorei um pouco para responder, mas no fim eu topei.

Passamos as aulas da manhã conversando, sobre besteiras e até nos conhecendo melhor.

Seu aniversário seria no sábado, então teríamos cinco dias para fazer com parecesse que namorávamos a um mês pelo menos, tempo curto, mas parecia divertido, logicamente não estava pensando em como Thomas ia se sentir.

No fim das aulas da manhã, o convidei para almoçar comigo, ele abriu um sorriso tímido e topou. Durante o almoço expliquei a história da Cíntia e pedi sua opinião, ele ligeiramente fechou a cara, mas antes que pudesse falar, Pedro sentou do meu lado e perguntou sobre o que conversávamos. Thomas olhou-me com cara de bosta.

[Thomas]

- Cíntia quer que o Alex seja seu namoradinho de enfeite até seu aniversário, o que cê acha Pedro? (Com um tom bem forte de ironia)

Pedro fechou a cara também.

[Pedro]

- nossa que interessante né? É bem conveniente agora, já que ela não tá pegando ninguém.

E começaram a jogar farpas irônicas em minha direção, fiz uma cara de desacreditado e tentei explicar melhor a situação, eles só concordaram, (deixando claro que não concordavam) e depois mudaram de assunto, fiquei meio irritado com a situação, mas um pouco contente por estarem do "mesmo lado", decidi que ia cancelar com a Cíntia, não queria problemas.

Pensei nisso como uma oportunidade de aproximar o Dean dela, dito e feito, ela ficou meio chateada e confusa por eu ter cancelado tão repentinamente, depois de almoçar com os garotos, mas o Dean ficou feliz.

No fim do dia, Thomas me chamou para ir ao cinema com ele, ver um filme de terror, incarnate. Tinha medo, mas topei.

Acabamos pegando o metrô no mesmo sentido da casa de Pedro e ele nos questionou o que estávamos fazendo.

[Thomas]

- vamos ver um filme.

[Pedro]

- legal, qual?

[Thomas]

- encarnate.

[Pedro]

- o de terror? Alex tem medo de filme de terror.

Fiz uma cara de merda para ele.

[Thomas]

- não tem problema, eu vou estar lá.

Dei uma risadinha, achei aquilo fofo.

[Pedro]

- ah que legal, posso ver com vocês ?

[Eu]

- não! Quer dizer, não, a gente já marcou e tals.

[Pedro]

- hm, legal então.

Dava para ver o Thomas tentando segurar a risada, mas eu o ignorei.

Ele desceu em sua estação e nos fomos para o cinema. Compramos os ingressos, pipoca e entramos na sala, ela estava meio vazia com pessoas em lugares bem aleatórios. O começo foi meio suave, sentamos, conversamos um pouco antes do filme começar e fiquei segurando a pipoca no meu colo. Quando a pipoca estava acabando, eu sentia a mão de Thomas indo mais fundo no pacote, até que senti ele apertando meu pau, a tensão no ar, de nós dois sozinhos no fundo, estava me deixando meio excitado. Olhei em direção a ele, que parecia estar prestando atenção no filme. Um tempo depois ele apertou de novo, só que já havia acabado a pipoca e ele deixou a mão dele lá, e começou a forçar em um vai e vem, me deixando ainda mais excitado. A essa altura eu não estava mais prestando atenção no filme, apenas pensava besteiras. Ele encarou-me com os olhos serrados e uma carinha maliciosa, chegou perto da minha orelha, o que me fez arrepiar.

[Thomas]

- abre sua calça, coloca para fora.

Dei um risadinha, enquanto eu fazia ele levantou o encosto, deixando o espaço entre nós livre.

Coloquei a mão na coxa dele e fiquei apertando, ja conseguia sentir certo volume em sua bermuda.

Ele pegou virou e me beijou, lentamente, aquela era uma posição desconfortável e mesmo assim ele já foi pegando no meu pau, e iniciou os movimentos de abrir e fechar, enquanto me beijava, coloquei a perna por cima da dele, e me posicionei melhor para beija-lo e pegar em seu pau. Ele continuou a me masturbando, cada vez mais rápido, eu peguei em seu pau que estava meia bomba e bem quentinho, minha mão estava gelada, foi uma sensação gostosa, enquanto esquentava minha mão masturbando ele. Entrou alguém no cinema e paramos de nós beijar, enquanto olhavamos para frente, eu acelerava a masturbação dele, só para vê-lo se contorcendo de prazer, via ele mordendo seu lábio para segurar seu gemido, aquele rostinho era de outro mundo.

se aproximou do meu ouvido e disse:

[Thomas]

- deixa eu tentar algo..

Eu fiz uma cara de confuso e antes que dissesse algo, ele se abaixou em direção a meu pau. Deu uma lambidinha na cabeça, e ficou brincando com a língua, subindo e descendo como se fosse sorvete, depois começou a masturbar de novo e colocou tudo na boca, eu ia soltar um gemido, quando ele tampou minha boca com sua mão. Minha respiração estava ofegante, tinha receio de alguém subir até a parte que estávamos, mas aquela boca era tão divina que não conseguia tirá-la de lá, fiquei masturbando ele muito rápido, até que ele levantou e disse:

[Thomas]

- vai com calma, eu quero curtir também.

Me beijando novamente, sua boca agora estava meio salgada, por conta do pré-goso, que gosto gostoso..

Não resisti, levantei ele e disse que era minha vez, cai de boca naquele pauzao, que estava gordurado graças a minha mão que tava suja de pipoca, coloquei tudo na boca e senti ele de contorcendo, estava com um gosto muito gostoso o mesmo que senti, quando ele me beijou. Ele ficou me masturbando enquanto eu estava quase deitado em seu colo, mamando aquele pau, subia e descia, passava a mão por debaixo da sua camisa e sentia seus gominhos gostosos, sentia sua respiração ficando mais rápida e seu pau pulsando, sabia que ele já estava gozando, fiquei chupando a cabeça dele como se fosse pirulito e quando ele foi gozar, coloquei tudo para dentro, ele se segurou na cadeira e aquele líquido gostoso, começava a jorrar em minha boca, era muito, coloquei tudo para dentro, estava tão salgadinho e gostoso que não resisti, continuei a chupa-lo até que não sobrasse uma gota, ele me levantou feroz e me beijou fortemente, um beijo intenso e sufocante. Beijou meu pescoço e começou a fazer um chupão, acelerava cada vez mais a masturbação, até que disse que ia gozar, ele parou de masturbar e disse:

[Thomas]

- ainda não!

Ele indiscretamente levantou e se agachou na minha frente, fiquei nervoso, olhei para todos os lados e ninguém notou, começou a chupar novamente, enquanto brincava com ele, batia em sua cara, me provocando muito, chupava minha bolas e apertava meus mamilos, não demorou muito e eu gozei, quase tudo em sua boca, ele levantou, dessa vez um pouco menos disfarçado e sentou do meu lado.

[Thomas]

- você gozou na minha cara, cara. Com uma carinha inocente e deu uma risada, não me contive e ri também, nessa hora um pessoal olhou para trás, afinal não tinha nada ver com o filme.

Eu tirei um guardanapo e limpei seu rostinho, nos beijamos, puxamos as roupas para cima, deitei minha cabeça em seu ombro e ficamos abraçadinhos, até terminar o filme.

No metrô, estávamos muito perto um do outro e por uma coincidência desgraçada, entra Cíntia com o Dean, ela nos avista e vem em nossa direção.

[Cíntia]

- bonito, que bonito em, que cena mais linda, será que eu estou atrapalhando o casalsinho aí ?

Demos uma risada nervosa e nos afastamos um pouco e fingimos demência.

[Cíntia]

- então é aqui seu futebol toda quarta-feira ?

Tava soando frio, até que o Dean falou.

[Dean]

- vocês foram ver a vó do Thomas ? Ela tá melhor?

Thomas rapidamente sacou e continuou.

[Thomas]

- tá sim, ainda bem que o Alex veio comigo.

[Eu]

- foi mal Cíntia, era por isso que eu não podia ir...

Ela fingiu que engoliu a história e disse que estava tudo bem, afinal o Dean não era alguém para se jogar fora. Senti um pouco de clima no ar, mas estava nervoso demais para conversar, Thomas tava mais suave, ficaram conversando até a hora de descermos.

Comentários

Há 3 comentários.

Por Diehgão em 2018-09-04 02:50:12
Esperando o capitulo 9
Por Nowhere Man em 2018-08-13 22:10:58
Cara não desiste desse conto não.
Por Nowhere Man em 2018-06-11 18:21:53
Capítulo 9 já.